Peça teatral para bebês ‘Chica Chica Bum Chic’ estreia domingo
Foto: Divulgação - Personagem em cena, curiosa e brincante, vai explorar frutas, sons, ritmos e cores
Espetáculo da Cia da Casa Amarela é um mergulho encantador no universo de Carmen Miranda
Por Da Reportagem Local | 14 de maio, 2026

O que o público poderá assistir no Sesc Catanduva, no domingo, dia 17 de maio, às 10h30, é uma personagem em cena, curiosa e brincante, que explora frutas, sons, ritmos e cores com olhos de descoberta e encantamento. A narrativa se constrói através do corpo, da música, da brincadeira e da interação sensorial com o público ao ritmo de música delicada, samba e marchas de carnaval adaptadas para os pequenos.

“Chica Chica Bum Chic” é a nova aposta da Cia. da Casa Amarela, de Catanduva, que completou 31 anos dedicados ao teatro para crianças, jovens, adultos e mais recentemente para bebês. O espetáculo é um mergulho encantador no universo tropical, musical e colorido de Carmen Miranda.

Referência dramatúrgica no universo infanto-juvenil em todo o país, com reconhecimento de crítica, público e educadores, a Cia. da Casa Amarela vem se dedicando ao teatro para bebês (primeira infância de 0 a 4 anos) desde 2010, quando iniciou suas primeiras pesquisas e estudos sobre o assunto e apresentou a primeira montagem para esse público em 2016 com a peça “Tomie”, sobre Tomie Ohtake.

O trabalho de décadas é conduzido pelos atores, dramaturgos, diretores e produtores Drika Vieira e Carlinhos Rodrigues. Ao longo dessa trajetória, foram diversas montagens elogiadas por especialistas e que têm encantado e emocionado os pais que levam seus pequenos para vivenciarem a experiência estética – na maioria dos casos – pela primeira vez.

“O campo estético do teatro para crianças é ilimitado e, quando se trata de bebês, as possibilidades são estimulantes e gigantescas para o criador. Após produzir espetáculos para bebês sobre Tomie Ohtake, Van Gogh e Pablo Picasso, além de visitar universos vastos como a poesia de Federico García Lorca e outras, voltar à temática tropical de Carmen Miranda é estimulante”, afirma Drika Vieira.

Segundo a atriz, “para os pequeninos que estão despertando para o movimento, o corpo, os sons e as cores, o ritmo das músicas de Carmen Miranda, suas roupas, cores, frutas, batuques, enfim, tudo propicia o desenvolvimento estético da primeira infância. Fomos muito felizes pela ideia que surgiu de revisitar a vida e obra de Carmen Miranda depois de tantos anos.”

A Cia. da Casa Amarela já produziu duas peças sobre a artista brasileira, mundialmente famosa: “A Pequena mais que Notável!” (2003), a pedido do Sesc São Carlos, e “Taí... Na-ni-ca!” (2009), que ainda circula dentro do repertório da cia. teatral catanduvense.

“Foram montagens mais voltadas para o público infantil e juvenil. O resultado sempre foi estimulante, porém mais poético, ao mostrar às plateias a história de luta, sucesso e dramas de Carmen Miranda”, comenta Carlinhos Rodrigues, “porém, a versão “Chica Chica Bum Chic”, para bebês, tem um compromisso maior com o brincar, a descoberta e sensibilização estética, sensorial dos bebês”, completa o ator.

TURNÊ PELA FRENTE

Após a estreia no Sesc Catanduva, “Chica Chica Bum Chic” seguirá extensa série de apresentações, unindo-se a uma agenda cheia da Cia. da Casa Amarela que segue se apresentando-se em unidades do Sesc, além de mais de 50 exibições recentes dentro do Projeto Escola. No Sesc Catanduva, a estreia da peça tem entrada gratuita e sem retirada de ingressos.

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Da Reportagem Local
Redação de O Regional

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