GCM intensifica abordagens a entregadores e prende mulher por tráfico
Foto: Divulgação/GCM - Mulher se passava por entregadora e tinha 23 invólucros com entorpecentes
Ela estava sentada em uma praça pública, ao lado da motocicleta, e demonstrou nervosismo
Por Da Reportagem Local | 13 de fevereiro, 2026

A intensificação das abordagens a motociclistas que atuam como entregadores e mototáxis em Catanduva começa a apresentar resultados. Nesta quinta-feira, 12, a Guarda Civil Municipal (GCM) prendeu uma mulher por tráfico de entorpecentes na modalidade conhecida como “delivery do crime”. A ocorrência foi registrada na rua Elizeu Mardegan, no Jardim Paraíso, durante patrulhamento em pontos conhecidos por outro crime, o descarte irregular de entulhos.

Durante a ronda, a equipe visualizou uma mulher sentada em uma praça pública, ao lado de uma motocicleta estacionada. Ela informou exercer atividade de transporte de passageiros. No entanto, ao ser abordada - já que aparentava nervosismo e comportamento suspeito - os guardas perceberam, no bolso de sua jaqueta, um invólucro plástico do tipo “zip lock” contendo substância branca aparentando ser entorpecente.

Diante da suspeita, foi realizada revista pessoal. Com ela, foram encontrados 23 invólucros plásticos tipo “zip lock” contendo substância análoga à cocaína e R$ 170 em dinheiro.

Questionada, a abordada afirmou que utilizava a motocicleta para realizar a entrega de entorpecentes. Ela recebeu voz de prisão em flagrante por tráfico e foi conduzida ao Plantão Policial, onde a autoridade policial ratificou a prisão. A motocicleta utilizada na prática criminosa foi apreendida.

ABORDAGENS CONTINUAM

A GCM reforça que as abordagens a motociclistas que atuam com entregas continuarão sendo realizadas. A medida não tem como objetivo prejudicar trabalhadores honestos do setor, que exercem atividade essencial para a economia da cidade.

No entanto, diante da utilização desse modelo de trabalho por criminosos, a corporação destaca que não há como diferenciar, visualmente, quem está exercendo atividade regular e quem está utilizando a função como fachada para o tráfico.

“As abordagens fazem parte de uma estratégia preventiva e também de proteção aos próprios profissionais que atuam corretamente, preservando a credibilidade da categoria e garantindo mais segurança à população”, complementa a GCM.

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Da Reportagem Local
Redação de O Regional

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