As escolas estaduais Joaquim Alves Figueiredo e Professor Vitorino Pereira, de Catanduva, adotarão oficialmente o modelo cívico-militar a partir de 2 de fevereiro, junto ao início do ano letivo. Elas farão parte do Programa Escola Cívico-Militar, implementado pelo Governo do Estado neste semestre em 100 unidades de ensino, que aprovaram a mudança após plebiscito.
Cada escola de Catanduva terá dois militares da reserva atuando como monitores. No Figueiredo, os selecionados foram o 3º sargento Fábio de Souza Arcas, que será monitor-chefe, e o cabo Rodrigo Martins Gonçales, monitor. Já no Vitorino Pereira vão atuar o major José Luciano Val, como monitor-chefe, junto ao 2º tenente Paulo Sérgio Gasparini, monitor.
Conforme a Seduc-SP, os selecionados terão jornada de até 40 horas semanais e passaram por capacitação com foco em segurança escolar, mediação de conflitos e cultura de paz. Todos os monitores serão avaliados semestralmente quanto ao desempenho e adaptação ao modelo. O valor de cada diária será de R$ 301,70, sendo majorado em 10% para os monitores-chefes.
As escolas cívico-militares seguirão o Currículo Paulista, organizado pela Secretaria da Educação, com educadores civis. Já a gestão administrativa e disciplinar passará para mãos dos militares. A proposta é oferecer modelo que enfatize valores como civismo, disciplina e respeito. Na região, haverá mais três escolas do tipo, em Olímpia, Novo Horizonte e São José do Rio Preto.
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