DIG de Catanduva faz campana e apreende R$ 100 mil em drogas
Foto: Divulgação - Drogas foram encontradas dentro de uma mochila no apartamento do investigado
Homem de 27 anos que comercializava ‘maconha gourmet’ foi preso em flagrante
Por Da Reportagem Local | 29 de novembro, 2025

Equipe da DIG - Delegacia de Investigações Gerais de Catanduva, liderada pelo delegado Hélvio Bolzani, após receber informações de inteligência indicando que G.Z.N., 27 anos, mantinha em seu apartamento uma pistola calibre 9 mm e comercializava “maconha gourmet”, realizou atividade de campana nas imediações do edifício onde o investigado reside.

Durante a vigilância, os policiais visualizaram o momento em que o investigado desceu à calçada e encontrou O.H.G, 28 anos, morador de Olímpia, que chegara ao local em um Hyundai HB20.

De acordo com o delegado Hélvio Bolzani, no instante da aproximação dos dois, em evidente preparação para a transação ilícita, foi realizada a abordagem, constatando-se que G.Z.N. havia acabado de vender 14 porções de haxixe, as quais foram apreendidas de posse de O.H.G.

Diante do flagrante, foi dada voz de prisão a ambos. Por se tratar de crime permanente e visando cessar o delito e impedir a destruição de provas, a equipe entrou no apartamento e localizou uma mochila contendo 14 porções de haxixe, cerca de 90 g de cocaína, quatro pacotes de maconha (cerca de 1,5 kg); mais 1 porção de 50g e 1 porção fracionada de 17g de maconha.

Segundo a DIG, os entorpecentes apreendidos foram avaliados em R$ 100 mil. Além disso, foram encontradas duas balanças de precisão, 18 munições calibre 9 mm, 9 munições calibre .40 e dois aparelhos celulares pertencentes ao investigado. A materialidade delituosa foi confirmada, sendo lavrado auto de prisão em flagrante pela Delegacia de Investigações Gerais.

MAIS POTENTE

A chamada “maconha gourmet” é um tipo mais potente da droga, potencializando seus efeitos e deixando aroma diferente no ar. O produto é feito a partir da adição de compostos químicos, sendo vendido em uma espécie de pasta ou até mesmo à granel. De acordo com a Polícia Civil, ela pode custar 50 vezes mais do que a maconha comum.

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Da Reportagem Local
Redação de O Regional

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