Defesa Agropecuária fiscaliza 35 propriedades na região de Catanduva
Foto: Divulgação/Governo de SP - Equipes de fiscalização passaram por sete municípios da região de Catanduva
Duas operações simultâneas abordaram questões relacionadas à fruticultura paulista
Por Da Reportagem Local | 20 de março, 2026

Equipes da Defesa Agropecuária compostas por engenheiros agrônomos e técnicos agropecuários percorreram 35 propriedades de citros da região de Catanduva, entre os dias 10 e 12 de março. Os profissionais passaram por Catanduva, Itajobi, Irapuã, Santa Adélia, Novo Horizonte, Uchoa e Pindorama com o objetivo de realizar a inspeção e a fiscalização das áreas, em especial da produção de lima ácida Tahiti, já que a região é a principal produtora de limão.

“Demos continuidade às fiscalizações iniciadas em outubro passado. As propriedades que haviam sido notificadas para adequação do monitoramento e controle do psilídeo, inseto vetor do Greening, bem como a erradicação de plantas sintomáticas e correção de informação nos dados das inspeções semestrais foram inspecionadas novamente”, destaca Veridiana Zocoler, agrônoma e chefe do Programa Estadual de Sanidade dos Citros.

O retorno da fiscalização a essas propriedades que foram notificadas a realizar algum tipo de adequação mostra a preocupação e o acompanhamento da Defesa Agropecuária em manter a sustentabilidade da citricultura paulista, não só observando os pontos frágeis e notificando o produtor a adequar o manejo que consequentemente acarreta ao cumprimento da legislação, mas também a presença do corpo técnico a campo transmitindo informação ao produtor.

Em ação distinta, porém simultânea, as equipes da Secretaria de Agricultura e Abastecimento (SAA) realizaram visitas técnicas guiadas com representantes do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). O percurso teve início em propriedades e unidades de consolidação de lima ácida Tahiti, nos municípios de Mogi Mirim, Pindorama, Itajobi e Itápolis, e foram finalizadas com inspeções a produtores e processadores de avocado Hass, em Bauru e Bernardino de Campos.

O objetivo foi conhecer e avaliar propriedades e unidades de consolidação responsáveis pela exportação de produtos vegetais in natura, que atendem a requisitos fitossanitários para mercados como União Europeia, Chile e Japão. Representaram o Mapa o chefe da Divisão de Programas Especiais de Exportação da Coordenação-Geral de Fiscalização e Certificação Fitossanitária Internacional, Samuth Duarte Alves Pereira, e o auditor fiscal Lucas Zago.

“O principal objetivo foi apresentar ao chefe da Divisão de Programas do Mapa quem são os produtores, responsáveis técnicos e responsáveis legais, para que ele conheça bem as cadeias produtivas e possa pleitear novos mercados e discutir mediads fitossanitárias cabíveis junto às Organizações Nacionais de Proteção Fitossanitária (ONPFs) de países parceiros comerciais” comenta Cristina Abi Rached lost, engenheira agrônoma e responsável pelo Programa Estadual de Certificação Fitossanitária. O representante do Mapa assumiu recentemente o cargo.

Durante o período de visitas, foram avaliados os critérios adotados para cumprimento dos requisitos fitossanitários, tanto em campo quanto nas unidades de consolidação. Também foi realizada reunião com técnicos e produtores, que puderam apresentar pleitos, necessidades e dúvidas relacionadas aos processos de exportação.

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Da Reportagem Local
Redação de O Regional

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