Comad promove campanha contra as drogas no período de Carnaval
Objetivo é conscientizar sobre o consumo excessivo do álcool e riscos relacionados aos entorpecentes
Por Guilherme Gandini | 13 de fevereiro, 2026

O Conselho Municipal Antidrogas (Comad) de Catanduva lançou campanha com foco na conscientização e prevenção ao abuso de drogas lícitas, especialmente o consumo excessivo de álcool, e sobre os riscos relacionados ao uso de drogas ilícitas durante o Carnaval.

O período foi escolhido com base no aumento de eventos festivos nessa época, com mobilização social e aglomeração de pessoas. Estatisticamente, é uma época em que crescem ocorrências relacionadas ao consumo de álcool, acidentes, conflitos e situações de vulnerabilidade.

De acordo com o Comad, a campanha busca ampliar o debate público e fortalecer a cultura da responsabilidade, da prevenção e do cuidado coletivo. A intenção é orientar a população sobre os riscos das drogas, estimular decisões conscientes e proteger crianças e adolescentes.

A campanha é direcionada à população em geral, com atenção especial a jovens, famílias, comerciantes e organizadores de eventos. Uma das abordagens também informará sobre a ilegalidade da venda de álcool e dispositivos eletrônicos (vapes) a menores de idade.

O conteúdo está sendo divulgado nas redes sociais e estão sendo feitas articulações com órgãos de segurança e fiscalização. Integrantes do conselho também estão concedendo entrevistas na mídia, trazendo a mensagem de que a prevenção garante que a alegria não vire tragédia.

“É uma conscientização sobre o uso de entorpecentes e sobre o abuso do uso de drogas lícitas, como o álcool e o tabaco. Estamos trabalhando a conscientização. O Carnaval não é fim do mundo, é uma época de diversão, só que tudo tem consequências, então a ponderação é a melhor solução”, alerta o advogado Guilherme Santos, vice-presidente do Comad.

Ele reforça que o uso de drogas, mesmo as lícitas, traz prejuízos à saúde e consequências para a vida, incluindo a de terceiros. “No Carnaval há aumento de acidentes de trânsito e de violência doméstica. Aí muitas vezes, pessoas que não têm nada a ver com aquela pessoa que acabou abusando do álcool ou outras drogas, acaba sendo vítima dessa ausência de cuidado.”

Autor

Guilherme Gandini
Editor-chefe de O Regional.

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