O Governo de São Paulo entregou as obras de ampliação e modernização do Terminal de Passageiros do Aeroporto Dr. Leite Lopes, em Ribeirão Preto. A intervenção teve investimento de R$ 48 milhões, ampliando a eficiência operacional, melhorando o fluxo de embarque e desembarque e oferecendo mais conforto aos passageiros. A iniciativa também impulsiona o processo de internacionalização do terminal, tanto para voos de passageiros quanto de cargas.
O projeto inclui a construção de um novo boulevard sustentável e a ampliação do terminal, que passou de 3.600 m² para um complexo com mais de 10 mil m². A modernização prepara o aeroporto, atualmente o quinto maior do estado em movimentação de passageiros, para expandir sua capacidade de 700 mil para até 1,5 milhão de passageiros por ano até 2028. Em 2025, o terminal registrou 728 mil passageiros.
As obras contemplam a criação de novas áreas operacionais e a requalificação completa da estrutura existente. Entre os destaques estão o novo pré-embarque, o novo desembarque doméstico e internacional, além de uma passarela climatizada de interligação. O terminal existente também passou por retrofit completo.
“A ampliação marca um avanço estratégico para a aviação regional paulista. A ampliação do Aeroporto Dr. Leite Lopes consolida como um importante hub regional, contribuindo para o desenvolvimento econômico, a atração de investimentos e a melhoria da conectividade no interior paulista”, declarou o secretário estadual de Parcerias em Investimentos, Rafael Benini.
Outro destaque é a retomada do Terminal de Carga, com previsão de início das operações no segundo semestre de 2026. A expectativa é que o aeroporto atinja cerca de 800 mil passageiros já em 2026, crescimento próximo de 10% em relação ao ano anterior, mantendo média diária de 12 voos comerciais.
Com arquitetura moderna e identidade visual marcante, o novo terminal incorpora soluções como interligação climatizada entre áreas operacionais, uso de iluminação inteligente e pontos de fornecimento de energia a biometano. Considerado o maior projeto arquitetônico em madeira do Brasil, o empreendimento está alinhado às práticas ESG, integrando eficiência operacional e responsabilidade ambiental.
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