Dermatologista fala sobre maneiras eficientes de reverter ou prevenir a flacidez facial
De acordo com a dermatologista Manu Jorge, os indivíduos mais propensos são aqueles que possuem alguma herança genética
FOTO: ARQUIVO PESSOAL - Dermatologista Manu Jorge explica os fatores de risco e as principais formas de tratamento
Por Myllayne Lima | 13 de maio, 2022
 

Com o passar dos anos, as células e a estrutura dos tecidos do rosto envelhecem e perdem a sua tonicidade, um percurso natural da vida, que somado a fatores de gravidade e escolhas de estilo de vida podem levar a visíveis marcas de flacidez facial.  

De acordo com a dermatologista Manu Jorge, os indivíduos mais propensos a lidarem com essas características são aqueles que possuem alguma herança genética, assim como pessoas de pele muito clara. 

​Entre os principais fatores de risco estão a exposição solar intensa, alimentação inadequada, pessoas que emagrecem de forma rápida e sem acompanhamento, mulheres pós menopausa e os tabagistas. “Atletas que praticam corridas longas e de alta performance também têm a tendência de desenvolver uma pele mais flácida”, comenta Dra. Manu. 

​A especialista também explica que entre as principais características da condição estão: a frouxidão do tecido muscular e ligamentos; pele sem viço, pois perde água e colágeno; perda de gordura facial; contorno facial mal definido; aparência de cansaço na região próximo aos olhos; declive das pálpebras; e bochechas caídas, semelhante a aparência de “buldogue”. 

​“Algumas formas de estimular a produção de colágeno são a adoção de tratamentos estéticos, como injetáveis com bioestimulares e tecnologias como a radiofrequência, os lasers e o ultrassom microfonado”, diz a médica. 

​A dermatologista explica que embora essas técnicas sejam soluções destinadas à reversão da flacidez, prevenir os problemas antes mesmo deles surgirem também são atitudes que devem ser estimuladas o quanto antes. “Cuidados com a alimentação, a adoção de práticas regulares de atividade física e o cessar do tabagismo são medidas que influenciam bastante na qualidade da pele.” 

​Outras recomendações consistem no uso constante de protetor solar e na procura de uma rotina adequada às necessidades de cada pele, sempre com foco na hidratação e na limpeza. Cremes faciais a base de ácido hialurônico, resveratrol, vitamina C e vitamina E são ótimos aliados, pois estimulam as fibras de colágeno e elastina. 

“Lembrando que os tratamentos em uma clínica especializada também podem ser iniciados antes da instalação de um quadro de flacidez, para criar um “banco de colágeno”, que consiste na associação de diversos tratamentos com tecnologias e produtos que ativam e intensificam a produção dessa proteína”, completa a dermatologista. 

Autor

Myllayne Lima
Repórter de O Regional.

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