Política e Economia

Reunião Às Pressas Com Prefeita Traz Ideia De Luís Pereira Para Pagamento De Dissídio

Na tarde de ontem (21), o Presidente da Câmara Municipal de Catanduva, Luís Pereira juntamente com Roberto do Simcat tiveram uma reunião com a prefeita municipal , Marta Maria do Espírito Santo Lopes, as pressas, para expor a possibilidade da aceitação de uma proposta para o pagamento dos funcionários públicos.
Segundo o presidente da Câmara Municipal de Catanduva, Luís Pereira contou que chamou Roberto José de Souza do SIMCAT, no sentido de passar os números exatos da divida da prefeitura com os funcionários e assim o presidente da Câmara Municipal de Catanduva teve a ideia de como solucionar o caso via judicial. “Achamos interessante a prefeita ter conhecimento para analisar a proposta e deu certo que ela já estava reunida com os técnicos de finanças, eles prometeram que estudariam a possibilidade dessa ideia”.
A ideia segundo Luís Pereira é pegar o valor total ou aproximado, dos R$ 30 milhões, englobando todos os cálculos e acréscimos do dissidio de 2015 mais R$ 5 milhões que seria uma ação que está na justiça com execução e a colocariam também o dissidio de 2020 que a principio Roberto calculava em torno de R$ 8 a R$ 10 milhões, mas segundo a prefeitura é em torno de R$ 6 milhões sendo assim, a dívida fica em torno de R$ 42 milhões para fazer o acerto, mas sem o cartão alimentação. No caso do cartão, o presidente conta que prefere pagar em dinheiro, pois o próprio presidente se prontificou de restituir no fim do ano ou antes os R$ 5 milhões aos cofres públicos para pagamento do cartão alimentação.
Para pagar a divida geral, o presidente explica que a ideia é corrigir por um valor médio sendo dividido em parcelas e incorporado a folha de pagamento dos funcionários, tudo com autorização judicial e homologa-la na justiça com as partes concordantes, sindicato e a prefeita. Luís Pereira ainda ressalta que nem precisaria passar pela aprovação da Câmara, faria direto na justiça.
O presidente do SIMCAT, Roberto José de Souza contou que os números para dissídio passam de R$ 40 milhões a R$ 50 milhões a serem pagos no próximo ano, segundo ele essa foi uma ótima ideia porque sabe que as finanças da prefeitura não tem todo esse dinheiro, mas se a prefeitura estudar bem essa ideia, com aval do tribunal de justiça, seria uma forma legal de sanar os débitos com os servidores e sem prejudicar as futuras administrações de Catanduva.
Logo após a reunião a Prefeitura mandou nota para imprensa sobre o assunto: “A prefeita Marta do Espírito Santo Lopes recepcionou o vereador Luís Pereira e o presidente do Simcat, Roberto José de Souza, na tarde desta quinta-feira, dia 21, e solicitou que eles formalizem a proposta apresentada, para que sejam feitas as análises jurídica e financeira. De forma concreta, neste momento, a prefeita Marta reitera que fará o pagamento do cartão alimentação devido, desde que sejam aprovados três projetos de lei para reduzir despesas – o reparcelamento com o IPMC, a isenção de água de prédios públicos da área social e mais uma proposta que deverá ser apresentada em breve”.

Ariane Pio
Da Reportagem Local