Política e Economia

‘Precisamos Acabar com o Balcão de Negócio Entre os Políticos’, diz Coronel Tadeu

candidatos visitaram O Regional e VOX FM na tarde de ontem e depois foram para evento político (O Regional)
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“Precisamos acabar com o balcão de negócios entre os políticos”, essa é uma das frases ditas pelo candidato a deputado federal Coronel Tadeu (PSL), que esteve em Catanduva e visitou os estúdios da rádio VOX e O Regional, na tarde de ontem.
Coronel Tadeu falou sobre os projetos e a campanha de seu partido para as eleições, tanto a proporcional quanto a majoritária.
Iniciou a entrevista falando sobre o ataque ao presidenciário Jair Bolsonaro. “A campanha sofreu um impacto, mas o importante é que ele passa bem. Sabemos que ele tem um exército grande, um número de pessoas que o seguem e são essas que vão continuar fazendo a campanha dele por todo o Brasil”, afirmou.
O candidato a deputado federal, que é policial militar reformado, substituiu o Major Olímpio, postulante a uma vaga no Senado e que precisou cumprir agenda de Bolsonaro em Jundiaí. O coronel esteve em um evento político realizado ontem.
Ao ser questionado sobre como enxerga o Brasil atual, o candidato a Câmara dos Deputados criticou o sistema político brasileiro. “Temos um número elevado de partidos. São 35 partidos que fazem um balcão de negócios. Com isso, os partidos nanicos trocam seu tempo de propaganda por dinheiro, por cargos. E não é só isso. Temos hoje um número elevadíssimo de assessores, funcionários, cargos em comissão. O prédio da Câmara e do Senado juntos reúnem aproximadamente 28 mil funcionários. Até ai tudo bem, desde que valesse a pena. Se produzisse alguma coisa. É muito caro o custo para pouco serviço”, comentou.
Ao ser questionado sobre suas propostas, o candidato afirmou: “ Eu pretendo corrigir essas distorções, em termos de cargos, de apadrinhamento político, isso transcende o próprio congresso, vai para Ministérios, estatais, um balcão de negócios. Precisamos ser eficientes”.
Ao ser questionado sobre a eleição desse ano, o candidato ressaltou: “É uma eleição muito diferente das anteriores. Alguns partidos se embriagaram com o poder. Os erros mostraram que os partidos que polarizaram não tem mais a credibilidade do povo. Isso abriu um leque para que outros partidos apresentassem candidatos com um pouquinho mais de chances de disputar segundo turno. A população quer um choque no processo político. Ainda não somos maioria, mas estamos consolidando maioria, na medida que os partidos erram e erram cada vez mais, metrolão, rodoanel, petróleo e na politica ganha quem erra menos, errar sempre vai errar, mas tem de errar menos possível e de forma honesta”.
O candidato disse ser a favor da redução da maioridade penal. “Tenho algumas demandas em várias áreas, sou favorável a redução da maioridade penal, culpo o estado, culpo a família que abandonam o jovem e vem o traficante que o abraçou e ensinou a ele o que é errado. Ele precisa ser punido, se ele tem condição de atirar, ele tem condições de como ser punido.
Não recupera o preso porque o Estado não quer. O Alckmin desses anos todos foi um frouxo. Não teve nenhuma atitude enérgica. Aqui em são Paulo não fez. Precisa ter rigor, regras, disciplina, porque hoje o preso manda no diretor da cadeia, perderam a autoridade, temos pessoas competentes preparadas para mudança, sem causar nenhum choque”.
Deputado estadual
Também visitou a redação de O Regional o candidato a deputado estadual o Sargento Galesco (Podemos). Policial militar reformado, o candidato afirma que buscará, caso eleito, apresentar propostas que garantam melhorias na educação, principalmente, fazendo com que reduza a criminalidade.
“Sou policial de rua e nós policiais temos contato direto com a sociedade. Temos a visão de que a população sofre com educação, saúde e sempre sofre com a segurança. Eu acredito que a segurança precisa ser priorizada. Mas para isso, precisamos olhar lá atrás. Ensinar o caminho correto para criança para não desviar deste caminho”. “O policial militar do Estado tem o pior plano de carreira do país. Somos a melhor polícia do Brasil, mas nesses últimos governos, não tivemos nenhum respaldo. Muita gente pagando por conta da má gestão em segurança”.

Karla Konda
Da Reportagem Local

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