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Política e Economia

Perfil: Elisabeth Sahão

Beth desde cedo sempre teve grande vocação para a política. Ainda menina, demonstrava muita facilidade para fazer amizades e enorme capacidade de liderança.

Idade: 55 anos (01/10/1956)
Naturalidade: Urupês/SP
Estado civil: Solteira
Escolaridade:
Superior completo
Filha do comerciante de origem libanesa Félix Sahão e da dona de casa Maria Saifi Sahão. A mãe é nascida na Capital. Já o pai sempre se dedicou ao comércio de tecidos.
Tem dois irmãos

Félix e  Cipriano Sayon
Beth desde cedo sempre teve grande vocação para a política. Ainda menina, demonstrava muita facilidade para fazer amizades e enorme capacidade de liderança.
Beth formou-se em Psicologia pela Universidade Estadual de Londrina (UEL). Foi na faculdade que ela iniciou sua militância política, atuando no diretório acadêmico e também participando dos movimentos pelos direitos das mulheres e pela retomada da democracia no país.
Antes disso, porém, ainda criança, Beth já se interessava por política. O gosto pelo tema veio por influência do pai, que, segundo ela, sempre foi um homem muito politizado. Ele era leitor assíduo de jornais. Fazia questão de estar a par e discutir os principais assuntos do país, segundo a candidata sempre faz questão de dizer.
Depois de formada, Beth trabalhou por cerca de dez anos como psicóloga na Usina São José da Estiva, em Novo Horizonte, onde ajudou a estruturar o setor de RH da empresa com políticas inovadoras, sobretudo as voltadas à saúde do trabalhador.
Nessa mesma época, no ano 1985, quando já morava em Catanduva, Beth se filiou ao PT, ajudando na estruturação do partido na cidade.
No fim dos anos 80, Beth encontrou-se frente a frente, pela primeira vez, com o então líder sindical Luiz Inácio Lula da Silva, quando ele veio a Catanduva participar de um comício.
No início dos anos 90, Beth concluiu seu mestrado em Sociologia pela Universidade Estadual Paulista (Unesp) de Araraquara. Ela estudou o processo de trabalho nas usinas de açúcar e álcool.
Depois disso, atuou durante um período como professora nas escolas estaduais Barão do Rio Branco e Elias Nechar, em Catanduva.
Exerceu o cargo de secretária de governo na gestão do PT à frente da Prefeitura de Catanduva, entre 1997 e 2002.
Esteve à frente dos principais projetos desenvolvidos na época pelo partido, em benefício da população, com destaque para o Desfavelamento, que eliminou o problema das favelas no município e garantiu moradia digna a centenas de famílias das antigas comunidades do Parque Iracema e do Santa Rosa.
Em 2002, foi eleita para seu primeiro mandato como deputada estadual, com mais de 60 mil votos. Foi a primeira mulher da Região Noroeste do Estado a ocupar uma vaga na Assembleia Legislativa e também a primeira deputada a ocupar o cargo de presidente da Comissão de Agricultura do Estado.
De 2007 a 2008, ocupou o cargo de assessora especial do Ministério do Turismo, em Brasília.
Em 2009, retornou à Assembleia Legislativa. Teve papel destacado como relatora da CPI da Pedofilia. Também foi autora da lei que instituiu o Programa Estadual de Combate e Prevenção ao Câncer de Mama.
Em 2010, obteve quase 67 mil votos para deputada estadual, ficando como suplente. Assumiu para seu terceiro mandato em março de 2011 e segue lutando pelos direitos das mulheres, idosos, pessoas com deficiência e também das crianças e dos adolescentes.
Também se dedica à luta pelo desenvolvimento dos municípios do Interior e pela melhoria do sistema público de saúde. Apresentou importantes projetos no mandato atual, como o que defende a Criação da Casa Dia para Idosos, o projeto que institui a vacinação gratuita contra o vírus causador do câncer de colo de útero na rede estadual de saúde e a proposta dos Centros de Atendimento às Vítimas do Bullying. Foi responsável pela retomada da Frente Parlamentar em Defesa dos Idosos na Assembleia. Só neste ano, por meio de seu mandato, disponibilizou para Catanduva a quantia de R$ 5,3 milhões, por meio de repasses federais e estaduais.
Neste ano, aceitou o desafio de disputar a eleição para prefeita em Catanduva, porque acredita que está preparada para conduzir a cidade a uma nova etapa de crescimento com justiça social.