Política e Economia

Marta Diz que Não Pode Prometer o Pagamento do Cartão Alimentação

A prefeita Marta Maria do Espírito Santo Lopes afirmou que não pode prometer o pagamento do cartão alimentação dos servidores municipais sobre o dissídio de 2015 neste ano. A Chefe do Executivo esteve ontem na sessão da Câmara e foi sabatinada pelos parlamentares.
Marta afirma que tem a intenção de quitar esse débito, mas depende de fechar arrecadação em medidas de economia tomadas.
“Eu quando tiver todos esses dados e o dinheiro na mão, gostaria muito, muito mesmo e vou me empenhar ao máximo para pagar esse cartão dos funcionários que é direito. Só não pagarei se eu não tiver o dinheiro na mão. Preciso de ajuda para conseguir fazer o pagamento. Toda essa economia para gente conseguir pagar esse cartão alimentação. Isso é uma responsabilidade muito grande. Eu não posso fazer loucura dentro de uma responsabilidade fiscal, fazer loucura sem poder. Eu não posso ser inconsequente de dizer que eu vou pagar e depois não conseguir. Se eu fizer loucura eu não tenho dinheiro para pagar salário, dissídio, décimo terceiro”, disse a prefeita.
Marta explicou que a cobrança dos valores do dissídio e de cartão alimentação serão calculados com juros de poupança e pelo IPCA, computados desde o início da ação. “Mediante toda essa economia, estamos aguardando o refis, uma série de medidas que estão elaboramos, o reparcelamento do IPMC. Quando temos dívidas, vamos juntando no que dá para juntar. Agora estamos buscando dinheiro para pagar o 13º salário”. “Estamos de gota em gota para pagar nossos compromissos e teremos mais para frente o dissídio de 2020”.
Marta ainda atribuiu a menor economia, aos projetos não aprovados quando ocupou o Executivo. “Quando eu entrei em maio que eu virei prefeita, eu comecei tomar pé da situação, meu primeiro movimento foi chamá-los (vereadores). E falamos sobre o pagamento do dissidio de 2015. Lá na nossa reunião, levantou-se os projetos do refis da Saec e prefeitura que estão acontecendo. Depois apresentei projetos que era o reparcelamento do IPMC e transferir o meio ambiente para Saec que daria uma economia para a prefeitura, eu obtive nessa casa, sete votos a favor e seis votos contra. Eu não consegui passar, mas meu primeiro movimento foi visitar o pátio de serviço, meio ambiente, educação, para que eu pudesse fazer o movimento para pagar o dissídio de 2015. Eu não consegui então, vamos para frente”
A prefeita falou ainda dos projetos que devem ser analisados pelos vereadores. “ o reparcelamento do IPMC pagamos por mês R$ 660 mil, o saldo total está em R$ 14 milhões. Se eu reparcelar essa dívida, vou começar a pagar RF$ 242 mil por mês. Eu teria uma economia de R$ 418 mil. Com a isenção da tarifa de água, teria uma economia de R$ 112 mil”

Karla Konda
Editora Chefe