Política e Economia

Luis Pereira Espera Economia de R$ 4 Milhões na Câmara em 2019

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O presidente do Legislativo, vereador Luis Pereira, estima uma economia de até R$ 4 milhões aos cofres da Câmara Municipal, possibilitando que esse valor seja devolvido ao Executivo no final do ano com destinação certa: o pagamento do dissídio dos servidores municipais retroativo a 2015.

O chefe do Legislativo foi questionado sobre os estudos para essa economia durante a visita do prefeito Afonso Macchione Neto, na última terça-feira.
“Duro você falar de uma expectativa. Mas nós esperamos devolver R$ 4 milhões. Para deixar para os funcionários, que o prefeito tinha ideia do fundo. Será uma das nossas lutas aqui e eu espero que haja a compreensão de todas as pessoas. Quero atingir essa meta. Não vou sacrificar serviço, nada. Vou agir com rigor, com austeridade. A Câmara é a fiscalizadora, então ela dará o exemplo, reduzindo os gastos”, disse Pereira.

Em entrevista, Macchione afirmou que pretende reencaminhar projetos para auxiliar no pagamento do dissídio dos servidores. “Temos expectativas de reencaminhar alguns, não todos, mas alguns com certeza vão para a Câmara reavaliar. Um deles é o pagamento dos funcionários, pensamos muito sobre aquele modelo, debatemos por meses, discutindo como fazer, achamos um caminho, a Câmara não entendeu da mesma forma, houve uma situação que não queríamos que vazasse o projeto para não começar os comentários destrutivos”.

Outro projeto e que, ao que parece, será vinculado ao pagamento dos servidores será o IPTU de novos loteamentos. “Se tivéssemos aprovado o projeto dos novos loteamentos, já teríamos R$ 2,5 milhões em caixa e pretendemos retomar e se aprovado, podemos retomar para pagar os funcionários”.

Para essa economia, um dos cortes seria nos contratos que Pereira não considera ser imprescindíveis. A primeira licitação já foi revogada. Era para contratação de empresa especializada em gestão de telecomunicações.

O cancelamento do edital foi publicado no Diário Oficial do Município na semana passada, como já divulgado por O Regional na coluna Peneira Fina.
Este foi o primeiro ato publicado no Diário Oficial do novo presidente da Câmara. Segundo ele, se a licitação desse andamento e o contrato fosse firmado, a Casa de Leis desembolsaria R$ 614 mil ao ano. Um valor de R$ 51 mil mensais a mais para o Legislativo.

O parlamentar ressaltou por meio da assessoria de comunicação da Câmara que irá rever contratos iniciados em gestões anteriores. “Após muita reflexão sobre o atual momento que vive a nossa cidade e com uma análise mais aprofundada sobre a saúde financeira do erário, optamos pela revogação do processo licitatório de pronto, antes do credenciamento de algumas empresas, anulando todos os seus efeitos, que ao meu ver não urge de imediato. Faremos um mandato legislativo austero, com muita economia, onde enxugaremos ao máximo as nossas despesas. Dessa forma, alcançaremos o nosso principal objetivo que é colaborar com os balanços orçamentários da Prefeitura Municipal e consequentemente, com o desenvolvimento da cidade, afinal, é para este fim colimado que compactuamos com a população catanduvense”.

Karla Konda
Da Reportagem local

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