Política e Economia

Donos da Tambaú Garantem Melhores Condições de Ônibus nos Próximos Dias

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Depois de uma reunião de aproximadamente três horas na Prefeitura de Catanduva, os donos da Tambaú, empresa que mantém o contrato emergencial para o transporte coletivo garantiram melhores condições dos ônibus para os próximos dias. Segundo eles, nessa primeira semana ocorreram diversos imprevistos, mas que até segunda-feira todo atendimento será normalizado.

O Regional questionou a empresa sobre diversos pontos muito criticados pela população nos últimos dias, inclusive a pane seca registrada e os veículos quebrados nos itinerários. Até mesmo a desconfianças sobre os endereços da Tambaú foram questionados.

De acordo com Ailton Carlos da Silva, sócio proprietário da Tambaú, na qual administra ao lado do irmão Adailton, a solicitação para interromper a operação no domingo tem o objetivo de fazer a manutenção em todos os veículos alugados pela empresa com a Jundiá, última a atuar em Catanduva. “Firmamos um contrato com a Jundiá e nele consta que todos os carros estão em perfeitas condições de uso e nesses dias vimos que não estão. Então no domingo pedimos a permissão para a Prefeitura para não rodar no domingo para repararmos esses veículos”, disse Silva.

Ao ser questionado sobre os motivos então para não cobrar a Jundiá pelos reparos, o dono da empresa afirmou: “Se no contrato ela me disse que os carros estavam em perfeitas condições, quem me garante que não vão dizer que fizeram a manutenção e não fizeram? Por isso prefiro fazer aqui com o pessoal que já sabe quais os problemas existem, onde está faltando óleo, onde faz mais barulho”.

Sobre a pane seca – que foram relatos de pelo menos quatro ônibus sem óleo diesel em dois dias, o responsável pela Tambaú informou: “ A Tambaú é uma empresa idônea, séria. Viemos num momento muito crítico para o município e por entrar nesse momento também temos recebido muitas críticas, mas faz parte do ramo empresarial. Tenho certeza que fomos vítimas de algum tipo de boicote. Houve furto de óleo diesel na garagem no domingo para a segunda. Por isso houve a pane seca. Para ter uma noção, graças a Deus, hoje (ontem) nenhum imprevisto foi registrado”, disse ele.

Aluguel da estrutura da Jundiá – “Nos instalamos no mesmo local da Jundiá por dois motivos. Primeiro, a prefeitura tinha a necessidade de atender um maior numero de usuários, porque tinha uma quantidade reduzida de linhas e a utilização dos carros escolares. Nos propusemos a iniciar o serviço com os ônibus da Jundiá que estariam parados. Os proprietários da garagem utilizada nos ofertaram o local. E compramos também um tanque de diesel que estava lá. Se eu tenho a disposição uma garagem com a estrutura necessária porque vou iniciar do zero e aumentar meu custo em contrato emergencial? Por esse motivo loquei os carros. Porque você vai fazer um investimento de R$ 4 milhões em carros novos para um contrato emergencial de seis meses?”.

Endereço da empresa – “A empresa iniciou como bar. O bar eles venderam, fechou o ponto e eu comprei a razão social. Fiz as alterações, meu irmão entrou, minha esposa entrou, alteramos o capital social, a atividade econômica o que é perfeitamente legal, alteramos o endereço, há mais de um ano, quando ganhamos a licitação escolar em Porto Feliz, mudamos para lá. Fechei o escritório em SP e nessa transferência, deu problema na Jucesp, existe um processo, para transferir tenho uma empresa que se chama Polastur que funciona no mesmo endereço em Porto Feliz. Tenho todos os documentos”.

Novos ônibus – Sobre a possibilidade de ônibus melhores dentro do contrato emergencial, Silva afirmou. “Temos a intenção de num prazo muito curto por carros mais leves. Suportam mais o calor, o serviço pesado, verificar com a prefeitura, algumas linhas e substituir por microonibus”.

Atualmente a Tambaú emprega 76 funcionários, entre motoristas, setor administrativo e mecânicos.

Karla Konda
Da Reportagem local



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