Política e Economia

Dengue: Vereadores Fazem Propostas Visando Melhor Atendimento

Vereadores de Catanduva cobram medidas que possam amenizar possíveis desconforto dos pacientes que estão sendo atendidos com suspeitas de dengue. Ontem, Wilson Aparecido Anastácio solicitou ao Executivo a instalação do Hospital da Dengue, semelhante ao criado em 2015, voltando apenas para o atendimento de quem está em tratamento e precisa de hidratação, por exemplo.
Já André Beck pediu para que a Câmara de Catanduva autorize a realização de uma Audiência Pública para discutir meios de intensificar o combate, além de encontrar saídas para a grande demanda de atendimento nas unidades de saúde do município. Em documento elaborado, Paraná afirma: “Sabemos que diariamente as unidades básicas de saúde, bem como a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Catanduva sofrem com a lotação e agora com o avanço alarmante do número de casos de dengue esse número mais que triplicou. Então pensando na população que tanto tem sofrido com essa doença, elaborei um ofício solicitando ao Prefeito e ao Secretário de Saúde que criem uma unidade de saúde especializada somente para atender e tratar os pacientes com dengue, chikungunya e zica vírus. Com a abertura desta nova unidade, muitos catanduvenses serão beneficiados, pois terão atendimento rápido e sem comprometer os outros locais que já estão sobrecarregados atendendo os mais variados tipos de doenças”.
Beck por sua vez destaca: “Solicitei que fosse feito uma audiência pública, na próxima segunda-feira, a partir das 18 horas, foram convidados secretários, Ministério Público e judiciário como um todo, sindicato de saúde, dos servidores municipais, demais vereadores e a comunidade em geral. Um problema de saúde pública como esse da dengue, que estamos com uma epidemia, possamos envolver todos os agentes da comunidade, para buscarmos informações daquilo que foi feito e quais são as medidas que estão sendo programadas em curto prazo. Importante termos acesso a todas as informações. O mosquito não escolhe bairro, classe social, é uma doença grave que pode matar e precisamos ter medidas efetivas, urgentes, para enfrentar esse problema”.

Karla Konda
Editora Chefe