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Catanduva Ganha 1066 Novos Eleitores em 2020, Segundo o Tribunal Superior Eleitoral

Divulgação

Catanduva ganhou em um ano 1066 novos eleitores. A informação é do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que atualizou até junho deste ano o numero de possíveis votantes nas eleições municipais de 2020.
De junho de 2019 e o mesmo período deste ano, o acréscimo de eleitores foi de 1,6%. Enquanto no ano passado eram 86.107 eleitores, neste ano, são 87.173.
Em 2020, 41 jovens de até 16 anos tiraram o Título de Eleitor. Destes, 28 são do sexo masculino e 13 são mulheres.
Jovens de 17 anos – que também ainda não são obrigados a votarem são 95 do sexo masculino e 84 do sexo feminino.
Na faixa etária dos 18 aos 20 anos, são 1604 eleitores homens e 1627 mulheres.
A cada mês, o TSE consolida dados estatísticos sobre o eleitorado brasileiro.
As informações são extraídas do Cadastro Nacional de Eleitores, também conhecido como Cadastro Eleitoral. Em anos eleitorais, esses dados são auditados tão logo encerra o prazo para que os eleitores se registrem ou atualizem suas informações junto à Justiça Eleitoral.
Sobre grau de instrução, 2,2% do eleitorado catanduvense é analfabeto (1934); 5976 terminaram o ensino fundamental (6,8%), 12.399 possuem o ensino fundamental incompleto (14,22%), 30.113 concluíram o Ensino Médio (34,5%), 7.621 possuem o ensino médio incompleto (8,7%), lê e escreve são 7685 (8,8%), aqueles que cursaram uma faculdade são 16844 (19,3%) e 4.601 tem ensino superior incompleto (5,2%).

Biometria
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) seguirá recomendação apresentada pelos infectologistas que prestam consultoria sanitária para as eleições municipais, e vai excluir a necessidade de identificação biométrica no dia da votação.
A decisão foi tomada pelo presidente do TSE, ministro Luís Roberto Barroso, após ouvir os médicos David Uip, do Hospital Sírio Libanês, Marília Santini, da Fundação Fiocruz, e Luís Fernando Aranha Camargo, do Hospital Albert Einstein, que integram o grupo que presta a consultoria.
Para decidir excluir a biometria, médicos e técnicos consideraram dois fatores: a identificação pela digital pode aumentar as possibilidades de infecção, já que o leitor não pode ser higienizado com frequência; e aumenta as aglomerações, uma vez que a votação com biometria é mais demorada do que a votação com assinatura no caderno de votações. Muitos eleitores têm dificuldade com a leitura das digitais, o que aumenta o risco de formar filas.

Karla Konda
Editora Chefe

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