Polícia

Trânsito de Catanduva Mata 18 Pessoas em Dez Meses

(Divulgação)
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O trânsito de Catanduva registrou 18 mortes em dez meses. Os dados levam em consideração o período de janeiro a outubro de 2017. Só no último mês foram três óbitos. Duas das vítimas tinham idade entre os 75 e 79 anos. A informação é do mais recente relatório do Movimento Paulista de Segurança no Trânsito, programa do Governo de São Paulo (Infosiga).
Dos três registros em outubro, cada um foi em um período diferente. Um deles envolvia o atropelamento de pedestre e ocorreu na madrugada. A vítima, um homem, tinha idade entre os 35 e 39 anos. O segundo acidente foi uma colisão. A vítima era uma mulher com idade entre os 75 e 79 anos. A batida foi registrada no período da manhã.
O terceiro acidente ocorreu no período da tarde e foi uma colisão. A vítima, que era um homem, também tinha idade entre os 75 e 79 anos.
No comparativo com o mesmo período houve queda, já que em outubro do ano passado foram quatro mortes no trânsito. Em um a vítima era uma mulher com idade entre os 65 e 69 anos e foi um choque. Em outro, o óbito foi de outra mulher no sexo feminino e com faixa etária entre os 45 e 49 anos. Outra vitima foi um homem com idade entre os 50 e 54 anos. O quarto óbito foi de um jovem entre os 18 e 24 anos. Todas as vítimas estavam de carro no momento dos acidentes.
Assim como o visto em outubro, março foi o mês com maior número de óbitos no trânsito em Catanduva neste ano, também com três registros. Na sequência está janeiro, abril, junho, julho e agosto, com dois registros cada um. No período, dois meses zeraram as estatísticas de óbitos por acidentes de trânsito. São eles fevereiro e maio.
Mais atropelamentos e colisões
O mesmo levantamento mostra que 66% das mortes no trânsito envolvem colisões entre veículos e atropelamentos. Em outubro o número de mortes nas estradas teve um aumento de 3,4%. No acumulado do ano, a queda foi de 1,7% no comparativo com 2016.
“Principalmente nas grandes cidades, a convivência pacífica entre pedestres, ciclistas, motociclistas e motoristas precisa ser um dos focos de trabalho dos gestores de trânsito”, afirma a coordenadora do Movimento Paulista, Silvia Lisboa. “Os números mais uma vez comprovam que os grupos mais frágeis acabam sendo os mais afetados: pedestres e ciclistas”, complementa.

Cíntia Souza
Da Reportagem Local