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Peneira Fina

PENEIRA FINA 18/04/2021

SECRETARIA DE TRÂNSITO
Ontem, sábado (17) as 7 h da manhã a equipe operacional da Secretaria de Trânsito de Catanduva já estavam repintando as faixas da Avenida Martinópolis no bairro José Cury. O líder da equipe de Sinalização Vertical Rogério Geléia, o líder de equipe Sinalização Horizontal Wanderson Clayton e o diretor operacional de Rua Leandro Gallani estão trabalhando no ritmo do prefeito que acorda às 5h da manhã. Um ritmo frenético, mas que se mantido, em pouco tempo a cidade estará linda.

DA VEREADORA TAISE BRAZ
O mandato da Vereadora Taise Braz, alinhado com algumas ações do Instituto Marielle Franco, tem por objetivo olhar para pautas de grupos que poucos tem a coragem de assumir um debate público como, o povo preto, mães-solo, comunidade LGBTQIA+ e população periférica. Um deles o Projeto de Lei já sancionado “Dossiê da Mulher Catanduvense”. Portanto o incômodo não é o que está por vir desta agenda, mas como lidam com esse tendencionismo nocivo de incitar a desconfiança nas ações do mandato e deixar no ar questionamentos vazios, como se a luta por esses grupos fosse uma iniciativa dolosa. Doloso de nossa parte seria apoiar representantes irresponsáveis, negacionistas, extremistas, excludentes e preconceituosos. Portanto a manifestação pela decisão do STF perante o caso do ex-Presidente Lula é um ato de justiça! Estamos em um contexto de hostilidade e conservadorismo pleno, que requer coragem para assumir um posicionamento ideológico.

DA VEREDORA TAISE BRAZ II
Me sinto muito confortável e segura para estar no Partido dos Trabalhadores, com suas lutas históricas, defesa das bases populares, proteção de grupos minorizados, conquistas de acessos digno e com oportunidades. Deixo o questionamento se a mesma cobrança de postura é ou pretende ser feita para outras pessoas ou é somente uma afronta pelo enorme antipetismo que há por aqui. Que tal enriquecer o debate de temas relevantes da sociedade, como a fome, desemprego, mortes nos assolando em números gritantes. Que haja mais amplitude e imparcialidade, pois carece. Afinal o mandato tem atuado fortemente em diversas áreas, como educação, saúde, meio ambiente, segurança e outras. Nosso gabinete segue aberto para o diálogo com os meios de comunicação e o mais importante, aberto aos cidadãos catanduvenses. Como já dito por esta coluna anteriormente, espero ter sido “elegante” na nota de escurecimento! Grata, Vereadora Taise Braz – Partido dos Trabalhadores.

DO LEITOR
Há dois anos, escutávamos de muitas pessoas que o Brasil não iria virar Venezuela, pois é, muitas das vezes, a língua é o profeta do futuro, há um ano, estamos vivendo como no Vietnã, uma Guerra sem perspectiva de fim, mais de 300 mil pessoas em óbitos, Pais, Mães, Irmãos, Filhos, Avós, Tios, Sobrinhos, pessoas importantes que tentaram combater a luta contra um inimigo que ninguém vê, mas que além de matar, vem deixando muita gente com fome pelas ruas. Infelizmente a Fome não escolhe a Hora. Somente a Misericórdia de Deus, para sairmos disso. (Rodrigo De Souza, Dir. de Agricultura e Abastecimento do Município de Catanduva).

GOVERNADORES NA ONU
Na última sexta-feira (16) aconteceu uma reunião entre os Governadores e a secretária-adjunta-geral da ONU, Amina Mohammed. Os Governadores solicitaram apoio da ONU para a situação emergencial do Brasil por conta da expansão da pandemia. Juntos os governadores foram informados que a ONU e a OMS enviarão ao Brasil 4 milhões de doses de vacinas até o final de abril. E mais 4 milhões até o final de maio.

LEITE MATERNO E A COVID
Uma revisão da literatura científica feita por pesquisadoras do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo (ICB-USP) e publicada na revista Physiological Reports sugere ser benéfico manter a amamentação durante a COVID-19. Os mais de cem estudos analisados indicam que o leite materno, além de transferir anticorpos para o bebê, também fornece moléculas bioativas com ação antimicrobiana, como caseínas, lactoferrinas, proteínas do soro do leite e triptofano.

LEITE MATERNO E A COVID II
Muitos trabalhos já mostraram que os componentes do leite conferem proteção ao intestino, estimulando o sistema imune. Também há evidências de que essas moléculas protegem o recém-nascido contra infecções virais. “Crianças que são desmamadas precocemente apresentam maior incidência de infecção por rotavírus, causador da gastroenterite, por exemplo”, afirma Aline Vasques da Costa, uma das autoras da revisão. O grupo analisou trabalhos sobre os componentes do leite materno individualmente, inflamações intestinais e os efeitos gastrointestinais na COVID-19, pneumonia e outras doenças virais.

OBJETIVO DA PESQUISA
O objetivo era investigar por que as crianças são menos acometidas pelo SARS-CoV-2 e se a amamentação poderia ter um papel protetor contra o vírus. Foi verificado que as moléculas presentes no leite previnem infecções virais que causam distúrbios gastrointestinais. A lactoferrina, por exemplo, já foi testada e demonstrou potencial antiviral contra o SARS-CoV-1, responsável pela epidemia de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) em 2003, conforme explica a pesquisadora Carolina Purcell Goes.