Peneira Fina

PENEIRA FINA 13-06-2018

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Alternativas
Uma comissão de trabalho com participação de arquitetos e engenheiros foi montada pelo Conselho Municipal de Desenvolvimento Urbano (Comdu) com a missão de estudar os projetos propostos pela conces­sionária responsável pela linha férrea para intervenções no centro da cidade e apresentar novas ideias. O grupo ficou composto por André Nardini Sader, Antônio Augusto Frigério (relator), Bruno Eduardo Man­chini, Carlos Bittencourt Ribeiro (presidente), Cristie de Oliveira Rosa, João César Mendes Menegheli, Luís Carlos Pereira da Conceição, Luis Francisco Benjamim e Manuel Richarte Gomez. É uma iniciativa muito válida e certamente que os profissionais poderão apontar para ca­­minhos mais viáveis do que estes que foram apresentados até agora para a população. O projeto atual envolve a derrubada do pontilhão da Rua Sete de Setembro, fechamento da XV de Novembro e construção de novo pontilhão.

Sociedade quer respostas
No mesmo dia Macchione sentou para falar do tema com a Associação Comercial e Empresarial (ACE) e recebeu manifesto de comerciantes das regiões que podem ser afetadas pelas obras. Além da ACE, o prefeito Afonso Macchione Neto (PSB) vai ter que discutir os projetos da concessionária responsável pela linha férrea também com a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) local. O presidente Marco César Gus­soni não considerou satisfatórias as respostas de Macchione a suas perguntas durante a apresentação do projeto no dia 30 de maio. Na segunda-feira, dia 11, Gussoni protocolou ofício na Prefeitura solicitando os projetos para análise da categoria. Para a entidade, o interesse da empresa concessionária não pode se sobressair ao interesse público.

“Sempre entendo que todos que moram em Catanduva, buscam o melhor para a nossa cidade. Cada um dentro das suas respectivas opiniões. Meus respeitos a todos. Na questão do projeto da Rumo, tenho minha opinião que não devemos ceder, e sim aproveitarmos essa negociação para retirarmos os trilhos do centro da cidade, como sempre foi o sonho de todos catanduvenses. Já pensou aproveitarmos o leito dos trilhos para uma avenida? Que maravilha não é mesmo? Se aceitarmos esse projeto, por melhor que seja, ficará difícil retirada dos trilhos. Comparo isso como quando se faz a famosa terceira faixa nas rodovias, não se duplica mais! Então o momento é para nos unirmos em torno da retirada dos trilhos! Catanduva merece!”,
ROBERTO Cacciari, empresário e ex-vice-prefeito.

Comentou
A deputada estadual Beth Sahão (PT) também voltou a comentar sobre as obras que a concessionária da linha férrea propõe para a cidade. Ela relacionou o assunto a reportagens sobre problemas com a malha ferroviária nacional. “Ao aceitar o projeto da empresa Rumo, que visa destruir um importante viaduto do município e uma passarela histórica, Catanduva corre um risco enorme! Afinal, se essa empresa não dá conta nem de cuidar do que deveria, como irá pagar esse projeto? E se depois que o viaduto estiver derrubado a empresa alegar falta de dinheiro? Vamos ficar com uma obra inacabada?”, questionou.

Nova contratada
A Monte Azul Ambiental vai deixar de prestar o serviço de coleta de lixo em Catanduva. A Superintendência de Água e Esgoto (SAEC) homologou o resultado da licitação realizada para nova contratação e a atual prestadora de serviço foi derrotada pela empresa Florestana Paisagismo Construções e Serviços LTDA, de Taboão da Serra. A nova contratada receberá R$ 4.929.456,00 por ano. A proposta da Monte Azul era de R$ 5.062.629,84.

3ª Vez
Durante a sessão de terça-feira, dia 12, o vereador Onofre Delbson Baraldi (PTB) leu seu terceiro requerimento tratando do mesmo assunto. Ele pede que a Prefeitura providencie a colocação de placa de identificação de praça no bairro José Olympio Gonçalves, o Nova Catanduva I. A praça recebeu o nome de Luiz Rascazzi em 2015 através de projeto de lei de autoria do então vereador Marcos Crippa que foi aprovado pela Câmara e sancionado pelo ex-prefeito Geraldo Antônio Vinholi (PSDB).

Convidou
O vereador Nilton Lourenço Cândido (PSB) fez requerimento oral para pedir que a Câmara convoque o diretor superintendente do Instituto de Previdência dos Municipiários (IPMC) para ir até o Legislativo na pró­xima sessão explicar sobre impactos positivos e negativos da realização de concurso público para o cargo de diretor. O parlamentar da base governista já tinha adiantado em entrevista ao Jornal O Regional que faria a convocação. Para ele, a manutenção de diretores comissionados significa prejuízo para os cofres públicos com impacto no IPMC.

Pertinente
O presidente da Câmara vereador Aristides Jacinto Bruschi (PEN), o Enfermeiro Ari, concordou com o vereador governista e considerou que a convocação é pertinente já que o projeto de lei do Governo que cria cargos de diretor, vice-diretor e coordenador pedagógico entra na ordem do dia da próxima sessão.

Da Redação



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