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Peneira Fina

PENEIRA FINA 13/04/2021

LIMPEZA DO MINGUTA
Durante o fim de semana prolongado em Catanduva o cidadão que passou pela Avenida José Nelson Machado e Avenida Cesar Marino, puderam notar várias máquinas trabalhando no desassoreamento do Córrego Minguta a partir da Rua Altair, passando pela Vila Soto indo em direção ao antigo CEASA. Na outra administração tentamos tal limpeza, quando começavam não terminavam. Obras assim mostram que “quando se quer fazer faz, quando não quer , dá uma desculpa”!

IVAN E A ROTATÓRIA DE DOIS NOMES
Há algum tempo o vereador Ivan Bernardi foi motivo de muitas críticas por ser o único vereador que não apresentou um único projeto de lei durante todo seu mandato de quatro anos. Agora reeleito Ivan tentou emplacar sua primeira lei e tratou de fazer mais do mesmo, dando nome a um espaço público. Ele denominou a rotatória do Aeroporto, próxima à Havan, de ´Rotatória Rotary Club 14 de Abril´, através da Lei 6.120/2021. Ocorre que ele não sabia que a rotatória já havia sido ´batizada´ anteriormente, tendo recebido o nome de ´João Sgrignoli´, por meio da lei nº 5.161/2011. Assim, diante da dupla denominação, teve que apresentar outro projeto de lei que será votado na sessão de hoje, para revogar sua primeira lei. Assim, se aprovada esta nova lei, Ivan Bernardi terá já duas leis aprovadas, uma revogada é verdade, e a segunda revogando a primeira, algo inusitado em Catanduva!

É CÔMICO OU TRÁGICO?
Podemos até achar engraçada o que o vereador Ivan Bernardi fez. Realmente seria cômico se não fosse trágico. Um vereador que custa caro à cidade, que tem dois assessores em seu gabinete, que também são pagos com dinheiro público, a secretaria da Câmara com toda estrutura a disposição dos vereadores e o mesmo não conseguir sequer pesquisar algo tão simples, como a existência de um nome de rotatória é uma vergonha. Imaginem você movimentar toda a máquina pública para nada! O pior é que este projeto também foi analisado pelas comissões e pela Prefeitura Municipal que também não fez nada. Nem sequer vetou o projeto aprovado. Enfim, uma sequencia de erros passados por muita gente e ninguém percebeu só nós!

DO LEITOR
Venho através deste, parabenizar a maneira clara e objetiva com que a coluna Peneira Fina abordou a situação lamentável com que se encontram os animais em situação de risco e de rua em nossa cidade. A situação só não é pior, devido a solidariedade do nosso povo e a atuação incansável dos protetores e ONGs da nossa cidade, que pouco ou quase nada recebem de apoio, de quem realmente precisa fazer, ou seja, o Poder Público. É necessário investimento em castração, conscientização e humanidade! (Davis Gláucio Quinelato, advogado)

QUASE R$ 4 MILHÕES DE MATERIAL DIDÁTICO
No dia 14/04/2021, às 09 horas, ocorrerá a entrega e abertura das propostas da empresa que fornecerá material didático de sistema pedagógico para alunos e docentes da rede municipal de educação de Catanduva. A Prefeitura estimou a despesa em R$ 3.679.811,16. O discurso inicial do Prefeito de utilizar material didático do Governo Federal, que é gratuito não existe mais. A Prefeitura já teve o Sistema Positivo e o Sistema SESI nas últimas administrações. Agora vamos esperar para ver qual será a mudança. Por que será que os Prefeitos de Catanduva não querem adotar os livros didáticos gratuitos do Governo Federal? Qual será o interesse em gastar milhões que poderiam ser destinados ao pagamento do dissídio, ou investido na reforma de escolas? Mistério, muito mistério!

DINHEIRO DO SISTEMA “S” PARA COVID
O Deputado Luiz Carlos Motta (PL/SP) apresentou o Projeto de Lei n° 1199/21, que destina verbas do Sistema S para a aquisição de vacinas, insumos e serviços para a imunização dos integrantes do setor produtivo e estabelece que a gestão dos valores e operacionalização do procedimento se dará por termo de cooperação entre a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) e a Confederação Nacional dos Trabalhadores no Comércio (CNTC). Motta ainda destacou que o objetivo da proposta é ampliar o acesso às vacinas para minimizar os efeitos da pandemia sem oneração de nenhum dos atores sociais envolvidos, uma vez que, a despeito do clamor social pela celeridade do processo de imunização, os impactos relativos à retração da economia retardam ações do Estado e do setor produtivo que requeiram o aporte de valores adicionais.

SEGUE A VACINAÇÃO
O Estado de São Paulo vacinou até esta segunda-feira (12), 216 mil profissionais das forças de Segurança Pública e trabalhadores da Educação. A imunização da Segurança Pública começou no dia 5 e vacinaram 145 mil pessoas em batalhões da Polícia Militar localizados por todo o estado. Este grupo reúne mais de 180 mil profissionais da ativa das polícias Civil, Militar e Técnico-Científica, Corpo de Bombeiros, Agentes Penitenciários, Guardas Civis Metropolitanos, Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal e da Fundação Casa.

SEGUE A VACINAÇÃO II
No Estado, o público da Educação começou a receber doses no sábado (10) nos postos de vacinação. No total, a campanha quer imunizar 350 mil profissionais das redes pública e privada. Balanço preliminar aponta 70,3 mil trabalhadores imunizados até hoje. Em Catanduva o prefeito Padre Osvaldo acompanhou de perto o inicio da vacinação em professores e funcionários da educação no município.