Peneira Fina

PENEIRA FINA – 08/01/2019

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Operação
E a empresa Tambaú iniciou os trabalhos em Catanduva. Mas os usuários viveram no primeiro dia um flashback do serviço prestado pela Jundiá. Os mesmos ônibus (os veículos foram alugados para Tambaú), os mesmos motoristas (a empresa absorveu os funcionários), o mesmo local para garagem e o mesmo sistema eletrônico para o pagamento por meio de cartão magnético – este que deve ser implantado em até dez dias. Enquanto isso, apenas valor em dinheiro é aceito.

Por R$ 4
Para alguns a frustração de saber que irão pagar mais caro pelo mesmo serviço prestado pela Jundiá. Apenas sem os adesivos que ilustram a empresa anterior e que cobrava R$ 3,75. Uma conta que fica faltando alguns números para fechar. Se a Jundiá apresentou uma proposta de R$ 3,75 e mais subsidio da Prefeitura, como a Tambaú entra com aluguel de todos os ônibus e toda a estrutura da Jundiá por R$ 4 a passagem? E ainda assume o passe que era vendido pela empresa anterior?

Vitória
Já o secretário municipal de trânsito e transportes urbanos, Nilton Marto Vieira da Cruz, classificou como uma vitória a empresa iniciar os atendimentos aos usuários. Em entrevista na manhã de ontem, Nilton Marto falou sobre o procedimento. “Lutamos para garantir o preço mais acessível e hoje iniciou o transporte, já substituindo o emergencial do emergencial com o transporte escolar que vínhamos fazendo”.

Foi o que conseguimos
Questionado, mais uma vez, sobre os valores aplicados pela nova empresa, com a velha estrutura, o secretário respondeu. “Como disse lá atrás, em junho, seria muito ruim cair em uma contratação emergencial. E foi o que aconteceu. O emergencial enfraquece porque a empresa quer um maior valor. E nessa contratação foi um ganho significativo, não é o ideal, mas foi o que conseguimos”.

Vão substituir
Ainda conforme o secretário há a previsão de que os ônibus da Jundiá, hoje utilizados pela Tambaú sejam substituídos. Segundo ele, todo o esforço foi feito para colocar o serviço em operação o mais rápido possível, permitindo assim que os motoristas da prefeitura tirem suas férias e que os veículos da administração passem pela manutenção para poder atender a demanda escolar no início do ano letivo.

Reunião
Uma reunião entre o presidente da Câmara Luis Pereira e o prefeito Afonso Macchione Neto deve ser realizada na manhã desta terça-feira. A informação foi divulgada em grupos de whatsapp, com texto que seria da Comunicação da Câmara. O Regional não recebeu o texto sobre a reunião.

Convidando
O teor do texto encaminhado pela assessoria do legislativo seria a participação da imprensa no encontro dos dois políticos. Marcada para as 11 horas desta terça-feira. Macchione, que pouco compareceu a Câmara nos últimos anos, mostra que a afinidade com Luis Pereira é superior a que muita gente esperava que fosse.

Será que melhora?
Com essa aproximação entre os dois poderes e, Luis Pereira, reforçando que a Câmara precisa ajudar o Executivo, inclusive com uma devolução maior de duodécimo, vai acalmar os ânimos entre Prefeitura e Câmara? E depois dessa visita cordial, em que a imprensa poderá acompanhar, quais assuntos serão tratados pelo alcaide e pelo edil?

Novos projetos?
Será que o prefeito Afonso Macchione Neto pretende nesse ano enviar projetos polêmicos rejeitados no ano passado, como a redução da jornada de trabalho dos médicos e a equiparação do IPTU de novos loteamentos?

Rompimento
Ontem, um rompimento de rede causou racionamento de água em estabelecimentos comerciais da área central. Em resposta, a Saec afirmou que o rompimento da rede foi detectado na rua Bahia entre a Macapá e São Carlos. “Para conter o vazamento e fazer a devida manutenção, houve a necessidade de fechar o registro que abastece aquela região, causando a diminuição de fluxo da água nas residências e comércio. A tubulação foi consertada e o abastecimento já está sendo normalizado (informação da tarde de ontem)”.

Estudo
Um estudo inédito conduzido entre os meses de agosto de 2017 e 2018 pelo Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS) e a PwC Brasil apresenta um conjunto de medidas regulatórias e legislativas, além de ações econômicas e de implementação de políticas de transparência, necessárias para prevenir e combater fraudes no sistema privado de saúde do Brasil. De acordo com o levantamento, só em 2016 o total de gastos em contas hospitalares relacionados a fraudes foi de R$ 20 bilhões, o que responde por 15% das despesas assistenciais da saúde suplementar brasileira. “É evidente que o setor precisa instituir mecanismos efetivos de controle e transparência para combater as fraudes. Além de mapear o que está sendo feito nesse sentido e propor novas soluções, o trabalho também apresenta uma agenda a ser conduzida pelo Poder Público e aborda ações capazes de desestimular essas práticas”, afirma Luiz Augusto Carneiro, superintendente executivo do IESS.

Da Redação




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