Opinião

AO SUMO SACERDOTE JORGE MARIO BERGOGLIO (PAPA FRANCISCO)

Faço este manifesto para comentar o atrevimento do representante da pretensa santa madre Igreja, Católica, Apostólica, Romana, quando solicitou aos líderes mundiais que salvem a Amazônia. Prezado pontífice, os tempos são chegados e a separação do joio do trigo já é um processo em andamento pelas hostes do Cordeiro (Jesus) que comanda a Transição Planetária. Tanto a Igreja como a ONU e todas as família ricas que se perpetuam no poder para comandar o mundo material estão com os seus dias contados. A Nova Ordem Mundial, introduzida pelas falanges da luz, preceitua união, paz e progresso para todos os povos. O homem deste terceiro milênio terá uma visão de mundos, de múltiplas vidas e terá contato com irmãos de outros orbes, milhares de anos mais avançados em tecnologia e níveis de consciência. Estaremos dando os primeiros passos para vencer o nosso instinto de ganância, orgulho e demasiado apego aos bens materiais. Somos partículas do Criador e a fase de domínio das irmandades alienígenas trevosas (criadores primordiais) está chegando ao fim. Dentre todos os países com ordenamento jurídico, a simbiose Igreja e Vaticano é o menor Estado já constituído, e se utiliza da retórica religiosa com as premissas do bem comum para fazer apologia política no contexto amazônico. Aliás, a Igreja continua sendo mais política do que religiosa. É crível que a parte podre da igreja faça parte do Foro de São Paulo. Que fique bem claro: a Amazônia é o Brasil. Com que direito, padres, bispos e cardeais se despem do sentimento pátrio e na convergência do clero romano afrontam a soberania da Nação Brasileira? Isso é uma vergonha! O sínodo da Amazônia programado para o próximo mês de outubro é a própria CNBB e o pretenso representante do Cristo, o papa, um homem que prevarica nas suas funções. É compreensível que os clérigos têm conhecimento das Leis Cósmicas diga-se Plano Espiritual e sabem distinguir o certo do errado; mesmo assim fazem escolhas comprometedoras, pagarão muito caro em futuras existências. As hostes materialistas, religiosas ou não, precisam compreender que o governo Bolsonaro é um planejamento da espiritualidade maior para reconduzir o Brasil nos caminhos da decência e do progresso. Força alguma impedirá esse processo, tampouco a comprometida CNBB. Infelizmente a Igreja agoniza a cada dia. E não será com as premissas da decência que a Igreja se sustentará, pois na entidade proliferam pederastas ativos e passivos e pedófilos de toda ordem. Reflitamos então: a fé é um sentimento de confiança, de crer em alguém ou algo sublime. Se alguém afirmar que tem fé na sua igreja, seja ela qual for, é desdenhar de si próprio, pois as igrejas ou religiões constituem apenas um caminho para se religar com o Criador. Tem-se fé em Jesus, em Deus. Portanto, as religiões são estruturas religiosas compostas por homens falhos, decentes e indecentes que, nos diversos níveis de consciência, propagam a palavra de Deus. Então, senhores clérigos, não subestimem a paciência dos cristãos politizados; o sínodo da Amazônia é um imperdoável atrevimento. Todas as riquezas da Amazônia pertencem aos brasileiros. Que se cuidem as milhares de ONGs indevidamente instaladas. Com sangue ou sem sangue nós brasileiros vamos defendê-la. Religião e patriotismo são coisas bem distintas e com absoluta dignidade é mais fácil encontrar defensores da Amazônia nas fileiras dos cristãos evangélicos do que nas fileiras dos cristãos católicos. O homem politizado e sensato compreende que o viés é Deus, Pátria e família.

José Luiz Ferreira
contabilista e poeta. email: jlmirria@gmail.com

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