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Altobeli Silva é Campeão Sul-Americano de Atletismo

Altobeli Silva foi o campeão Sul-Americano de atletismo. Ele, que representa Catanduva por onde passa, esteve em Lima, no Peru. A competição foi realizada no último domingo (26). Atleta também está de olho nos Jogos Pan-Americanos que também serão sediados no Peru.
A informação da vitória foi repassada a reportagem de O Regional pelo próprio atleta. “Fui campeão Sul-Americano na prova dos 5 mil metros com obstáculo”, contou ele. O tempo, também foi destaque – 13:50:08 para finalizar toda a prova. Essa foi a segunda medalha dele na competição, já que um dia antes, havia garantido a de prata nos 3 mil metros com obstáculo.
Assim como Altobeli, o Brasil teve outra representante que foi ouro – Vitória Rosa nos 200 metros rasos. No total, nosso país teve mais nove medalhas na competição e como resultado ficou com 44 medalhas no total. 15 delas são de ouro, outras 19 de prata e 10 de bronze. Agora, o Brasil soma o 32º título sul-americano nas últimas 51 edições.
“Me despeço da capital do Peru-Lima, com dois bons resultados. Vice-campeão nos 3 mil metros com obstáculo levando a medalha de prata e campeão nos 5 mil metros rasos levando a medalha de ouro. Nada mal para quem treina sozinho. Levo comigo, mais uma experiência de vida e aprendizado. Só agradeço a Deus acima de tudo, especialmente minha família e a todos que torceram por mim e enviaram mensagens positivas e otimistas”, informou Altobeli.
Essa é a segunda vez em que o atleta compete no Peru. No ano passado ele também trouxe duas medalhas de ouro para casa, no Campeonato Ibero-Americano de Atletismo que reuniu os melhores do mundo.
O Campeonato Ibero-Americano de Atletismo reúne uma média de 15 a 20 competidores que são considerados os melhores de cada país. O objetivo é o de avaliar a qualidade dos atletas.
No ano passado, nos 3 mil metros rasos, ele conquistou a marca de 7:57, enquanto na que envolvia obstáculos chegou a 8:35:57. As primeiras impressões na cidade eram de que o lugar mostrava traços simples, mas com uma receptividade e alegria bastante significativos. “Consigo perceber que com o pouco que eles têm a oferecer, eles fazem o melhor que podem para agradar. Isso me deixa de coração mole e emotivo, por aprender até como lição de vida”, disse.

Cíntia Souza
Da Reportagem Local