Colunismo Social

Café Minuto 21-12-2018

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DESABAFO DE MÃE – Com o tempo a idade faz com que deixemos do nos surpreender com muitos acontecimentos e notícias. Mas essa é revoltante. Uma mãe faz um desabafo a outra mãe, após noticiário na TV. “Vi seu enérgico protesto diante das câmeras de TV contra a transferência de seu filho, menor infrator, das dependências da Febem em S, Paulo, para outra no interior. Você se queixando da distância, das dificuldades e das despesas que vai ter para visita-lo, bem como outros inconvenientes. Reparei também na cobertura que a mídia deu para o fato, assim como de outras mães, na mesma situação que a sua, que contam com o apoio de comissões pastorais, ongs e entidades de defesa de direitos humanos. Eu também sou mãe e posso compreender seu protesto. Quero com ele fazer coro também. Enorme é a distância que me separa do meu filho. Trabalhando e ganhando pouco, idênticas são as dificuldades e as despesas que tenho para visita-lo. Com sacrifício, só posso faze-lo aos domingos, porque trabalho inclusive aos sábados, para ajudar no sustento e educação do resto da família”.

VOCÊ SABE QUEM SOU EU? – “Sou a mãe daquele jovem que seu filho matou estupidamente a tiros num assalto a uma lojinha, onde meu filho trabalhava durante o dia, para pagar os estudos à noite e ajudar nas despesas da casa. No próximo domingo, quando você estiver abraçando e beijando seu filho, eu estarei visitando o meu e depositando flores em seu túmulo humilde num cemitério na periferia de S. Paulo. Ah! ia me esquecendo. Mesmo ganhando pouco, pode ficar tranquila que eu estarei pagando o colchão que seu amado filho queimou na última rebelião da Febem. Nem no cemitério, nem em minha casa apareceu nenhum representante dessas “Entidades” que tanto lhe confortam para me dar uma palavra de conforto e mostrar “os meus direitos”. Esse texto pode não ser real. Mas espelha a realidade de situações parecidas. E causam revolta ao descaso da vítima. Mães que perdem seus filhos, que ajudam nas despesas da casa, e ficam ao deus dará, trabalhando em dobro. O Estado nada faz, não dá nenhum apoio, nenhum conforto. No Brasil, os direitos são para os criminosos, a vítima que se dane. Direitos humanos são para humanos direitos. E não para bandidos.

COMUNICADO – Informamos que a partir de hoje, 21 de dezembro, estaremos de férias para um merecido descanso. Voltaremos em janeiro de 2019. Desejamos a todos um feliz Natal e um Ano Novo de sucesso e realizações com muita saúde. Lembramos que pão integral, granola, legumes, verduras, frutas, linhaça, ricota, e iogurtes e bebidas zero estarão suspensos temporariamente. Já cerveja gelada, leitão assado, peru recheado, tender, bacalhoada, farofa de bacon, rabanadas, torta de chocolate, panetone, vinho, champanhe, castanhas, nozes e frutas secas estarão à disposição. Desde já contamos com sua compreensão.

O ÚLTIMO – Não poderia terminar, sem a brincadeira aí em cima. Esse é o ultimo Café Minuto de 2018. Como faço todo ano, e quem me acompanha já sabe, costumo tirar férias e viajar com a família e ao mesmo tempo férias mentais para recarregar a cabeça e continuar a escrever a vocês. Sim, porque em 2019 tem mais. E terá mais até a hora que me chamarem lá em cima. E vou, sob protesto, porque não posso recusar o convite. Enquanto isso, vamos em frente. Para todos nossos estimados leitores que tiveram paciência de me acompanhar em mais um ano, e espero que continuem com a paciência em 2019, desejo um Feliz Natal, de paz, amor com muita alegria e luz (para isso basta deixar tudo bem iluminado), junto à família e amigos. Que Papai Noel traga a todos o melhor dos presentes: Um Ano Novo excepcional, com saúde, sucesso e boas realizações. Votos esses desejosos a direção de O Regional, a editora chefe e a equipe de repórteres que fazem esse jornal. FELIZ NATAL – FELIZ ANO NOVO

O CÉU E O INFERNO – É sabido que os engenheiros quando morrem vão para o céu, e com Juvenelyson não foi diferente. Chegando lá, S. Pedro procura a ficha dele em seus arquivos e não a encontra na bagunça. – Lamento, mas não encontro sua ficha. Assim Juvenelyson foi para o inferno, onde foi bem recebido e logo ganhou uma boa moradia. Pouco tempo depois, cansou das agruras do inferno e se pôs a projetar e construir melhorias. Com o passar do tempo o inferno já tinha ISO 9.000, sistema de monitoramento de cinzas, ar condicionada, aparelhos eletrônicos, internet, TV por satélite, detectores de incêndio… E o engenheiro passou a ser tratado como rei. Um dia Deus, estranhando a falta de reclamações que recebia do inferno, chamou o Diabo pelo celular – Como estão vocês aí? Nós estamos muito bem! Temos ISO 9.000, internet, ar condicionado e todas as maravilhas do mundo moderno. Se quiser pode me mandar um e-mail odiabofeliz@inferno.com. Temos um engenheiro aqui fazendo milagres. O que?! Vocês têm um engenheiro aí? Eles sempre vão para o céu. Mande-o de volta para cá imediatamente. – De jeito nenhum! Gostei de ter um engenheiro. Ficarei com ele eternamente. – Mande-o de volta, ou te processo. O Diabo dá uma grande gargalhada – Ah, sim??!! Então, só por curiosidade: Onde você arrumará um advogado se estão todos aqui???

A SABEDORIA NA IDADE – Um Boeing 777 sobrevoa o Atlântico a 800 Km/h e a 30 mil pés de altitude, um voo estável e calmo com destino a Paris. Nisso aparece um F 18, em Mach 2 (duas vezes a velocidade do som). O F 18 desacelera, voa ao lado do Boeing e seu piloto cumprimenta o comandante, pelo rádio “Olá! Boa tarde. Entediante o vôo? Veja isso”. O piloto do caça acelera, vai a Mach 2 rapidamente, sobe a grande altura, faz acrobacias, em seguida da um mergulho, chega quase a nível do mar. Sobe, reduz a velocidade, emparelha de novo com o Boeing e pergunta ao comandante: “O que achou disso?” “Impressionante!! Mas agora olhe para mim”. O piloto do F 18 olha para o Boeing, ele continua a voar em linha reta, na mesma altitude e velocidade. Após mais de 5 minutos, nada acontece. O comandante aparece e diz “que você achou?” O outro, confuso pergunta “Mas o que você fez?” “Eu me levantei, estiquei as pernas, fui ao toalete, tomei um café, comi um croissant e marquei com uma comissária para as próximas três noites em um hotel 4 estrelas, pago pela companhia aérea.”



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