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Sobe Para 618, o Número de Casos Positivos de Dengue em Catanduva

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Subiu para 618, o número de casos positivos de dengue em Catanduva neste ano. Outros 891 pacientes são investigados com suspeita da doença. Os dados constam no mais recente levantamento da Secretaria Municipal de Saúde, que foram divulgados nesta semana. Até o momento, foram mais de 2 mil notificações.
O balanço leva em consideração os quatro primeiros meses do ano. O avanço da dengue assusta em Catanduva, já que em comparativo do ano passado o resultado era bem menor em 2018 com 24 casos positivos de dengue no acumulado de janeiro a abril.
O que também chama a atenção são os locais em que os focos do Aedes são encontrados na Cidade Feitiço. Entre os principais tipos de criadouros predominantes estão as garrafas retornáveis, baldes, bebedouro de animais, latas, frascos e plásticos reutilizáveis, bandejas de geladeira e de ar condicionado.
A mais recente Avaliação de Densidade Larvária (ADL) realizada no mês passado apontou para índice de 5,3% em Catanduva, que permanece com risco de surto de dengue e outras doenças que são transmitidas pelo mesmo mosquito, o Aedes aegypti como Zika Vírus e Febre Chikungunya.
O resultado de abril é maior do que o visto em janeiro deste ano em que a ADL chegou a 4,9%. O parâmetro da Organização Mundial de Saúde (OMS) que é aceitável é de 1%. Durante a ação, os agentes de endemias percorreram 5.873 imóveis. Desse número, 2.985 estavam abertos para vistoria, enquanto que os demais estavam fechados. Entre as regiões com maior incidência de criadouros foram as áreas 3 (10,95%), 4 (5,83%), 5 (5,16%), 1 (2,83%) e 2 (2,16%).
Na área 3, que teve situação mais crítica de acordo com o estudo, estão os bairros- Cidade Jardim, João Righini, Onélio de Freitas, Alpino, Jardim Oriental, Jardim Primavera, Vila Soto, Jardim dos Coqueiros 1 e 2, Monte Líbano e Parque Iracema.

Cíntia Souza
Da Reportagem Local