Cidades

SESC Apresenta História de Vida de Wangari Maathai

O SESC de Catanduva irá trazer uma contação de história que falará a respeito de Wangari Maathai, hoje, das 16h00 às 17h00, de forma gratuita. Ela foi a primeira ambientalista a conquistar o Prêmio Nobel da Paz, em 2004, e é criadora do movimento Cinturão Verde (Green Belt Movement), promovendo o plantio de milhões de mudas de árvore no Quênia e em países vizinhos.
A responsável pelo evento será a Companhia Raconto de Contação de História, sendo essa, parte do projeto ‘Caule do Conto’. Conforme diz a divulgação, “o caule é o condutor das seivas que sustentam as copas das árvores, assim como essas mulheres, sustentaram ideias que alimentaram coletivos, comunidades e novas percepções sobre o meio em que vivemos. As narrativas contam aos pequenos como se tornarem protagonistas de sua própria história. Cada uma dessas mulheres é fonte de inspiração para diferentes áreas do conhecimento e da vida. Foram inspiradas na vida e na obra de Wangari Maathai, Jane Goodall, Vandana Shiva, Rachel Carson, Rigoberta Menchú, Amelia Earhart, Rosa Parks e Helen Keller”. A atividade acontecerá no Espaço de Brincar e não tem restrição de idade para participar.

Wangari Maathai
Ela foi nascida e criada no distrito de Nyeri, que, na época, era parte da colônia britânica do Quênia. Aos oito anos, Wangari entrou na escola: um internato da Missão Católica Mathari, onde aprendeu inglês e lhe foram abertas as portas para a única instituição preparatória católica de mulheres no Quênia, o Colégio Loreto, em Limuru. Naquela época, o colonialismo estava chegando ao fim na África Oriental, e os políticos lutavam para dar educação a suas jovens promessas.
Quando o, até então, senador dos Estados Unidos John F. Kennedy decidiu financiar um programa para que estudantes africanos estudassem no país, Maathai foi escolhida (entre outras 299 pessoas).
Graduou-se em Biologia no atual Benedictine College, no Kansas, com especializações em química e alemão. Depois, passou para a Universidade de Pittsburg, onde fez mestrado em Biologia, em 1966. Ali, pela primeira vez, participou de um evento relacionado com o meio ambiente. Voltou à África e ingressou como ajudante no Departamento de Anatomia Veterinária da Universidade de Nairóbi. Depois de alguns anos, finalizou seu doutorado nas universidades de Giessen e Munique, na Alemanha. Foi, então, que se tornou a primeira mulher da África Oriental a ter um doutorado.

Da Reportagem Local

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