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Rotina de Festas Exige Cuidados Redobrados Com a Saúde Auditiva e Ocular - O REGIONAL
Cidades

Rotina de Festas Exige Cuidados Redobrados Com a Saúde Auditiva e Ocular

Blocos fazem a abertura não oficial do carnaval de rua no centro do Rio de Janeiro

O Carnaval é um dos feriados mais esperados pelos brasileiros, momento de muita festa, alegria e comemoração, mas toda essa folia exige cuidados extras com a saúde. Um dos primeiros alertas é para o excesso de barulho. De acordo com o otorrinolaringologista Evandro Marton, os foliões podem vir a ter a sensação de pressão nos ouvidos, zumbido e dificuldades para escutar. Além disso, a exposição prolongada ao barulho excessivo pode causar prejuízos irreversíveis à audição.
“Os principais fatores que influenciam são o tempo de exposição ao som e a sensibilidade individual de cada pessoa. Uma caixa de som, por exemplo, pode chegar a emitir 115 decibéis, sendo que o nível máximo recomendado de exposição sonora para a audição humana é de 85 decibéis”, alertou o otorrino.
Para calcular o limite de som permitido, é simples: considera-se um volume de 85 decibéis (telefone tocando) suportável por até oito horas consecutivas. Para cada cinco decibéis o limite cai pela metade. Ou seja, para um barulho de 90 decibéis (secador de cabelo), o limite seguro é de 4 horas de exposição contínua. Um barulho de 95 decibéis (motocicleta) só pode ser ouvido por duas horas, 100 decibéis (serra elétrica) por uma hora, e assim por diante. Portanto, no caso da caixa de som, o limite seguro é de menos de 10 minutos de exposição contínua.
Para se proteger o especialista recomenda ficar a uma distância de no mínimo 10 metros do equipamento de som, dar descansos de 20 minutos longe do som, a cada hora de música alta, e usar protetores auriculares para diminuir o impacto do barulho nos ouvidos. “E ao sentir qualquer alteração na audição ou a presença de zumbidos, procure imediatamente um otorrinolaringologista”, finalizou.
Além de muita música, é só falar em carnaval que já pensamos no glitter, muita maquiagem, adesivos de cristais e muitas brincadeiras com spray de espumas. E quando eles caem nos olhos, sem dúvidas é um problema. Caso isso acontece, a oftalmologista Thaissa Faloppa Duarte, recomenda lavar rapidamente os olhos com bastante água corrente.
“E se depois disso a sensação de corpo estranho (como se você sentisse que tem areia dentro do olho) continuar, procure atendimento oftalmológico”, alerta.
Outra coisa muito comum no carnaval é a conjuntivite. Portanto, a especialista recomenda: “Não coce os olhos, lave sempre as mãos, prefira toalhas de papel para enxugá-las e evite emprestar ou usar óculos de sol de outra pessoa. Além disso, não compartilhe sua maquiagem e pincéis, pois há doenças contagiosas da superfície ocular e pálpebras que podem ser transmitidas dessa forma”.

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