Cidades

Projeto Tabela Periódica Humana É Realizado No IFSP Catanduva

140 pessoas, entre alunos do Ensino Médio e do curso de Licenciatura

No dia 18 de junho foi dia do Químico e 2019 é o ano internacional da Tabela periódica. Como forma de prestar uma homenagem aos 150 anos da criação da Tabela pelo químico russo Mendeleev, foi colocado em prática o projeto “Tabela Periódica Humana” no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo, Câmpus Catanduva.
O projeto foi desenvolvido com estudantes do primeiro ano do Curso Técnico em Química Integrado ao Ensino Médio e executado na última terça- feira (18). Para tal, foram mobilizadas mais de 140 pessoas, entre alunos do Ensino Médio e do curso de Licenciatura em Química, professores e demais servidores da instituição.
Segundo o organizador do evento, o dia deve ser lembrado para que incentive mais jovens a praticar e estudar química.
Presente em todas as escolas, laboratórios e centros de pesquisa científica do mundo, a Tabela Periódica é uma ferramenta de uso cotidiano que ajuda a sistematizar e a organizar o conhecimento científico. Criada em 1869 pelo químico russo Dmitri Ivanovich Mendeleev, os 63 elementos químicos conhecidos até então foram organizados com base nas massas atômicas e na similaridade química. Para realizar tal feito, Mendeleev fez previsões sobre elementos químicos que até então eram desconhecidos, como o gálio e o germânio, deixando espaços vazios em sua tabela. Eles só foram descobertos em 1875, por Lecoq de Boisbaudran, e em 1886, por Clemens Winker.
A Tabela Periódica atual apresenta 118 elementos químicos e é baseada em elementos organizados em ordem crescente de números atômicos – quantidade de prótons existente no núcleo de um átomo.
A tabela periódica dos elementos é um dos ícones mais poderosos da ciência: um documento único que captura a essência da química num elegante padrão. De fato, não existe nada semelhante na biologia ou na física, ou em qualquer outro ramo da ciência. Podem-se ver tabelas periódicas em toda parte: em laboratórios industriais, oficinas, laboratórios acadêmicos e, é claro, em salas de aula.

Aricieli Ferranti
Da Reportagem Local