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Mais de 63 Mil Animais São Vacinados Contra a Febre Aftosa na Região

Febre aftosa é uma doença infecciosa que é causada por vírus Divulgação
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Exatos 63.373 animais foram vacinados contra a febre aftosa na região de Catanduva. Essa foi a primeira etapa da campanha que foi realizada em maio deste ano. O índice de cobertura nos chamados bovídeos (bovinos e bubalinos) chegou a 100%.  No Estado não é registrado foco de aftosa há 21 anos, conforme aponta a Defesa Agropecuária.

Os dados são do sistema informatizado Gedave, da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo. Em todo território paulista foram 4,5 milhões de animais vacinados, com idade de zero a 24 meses, o que corresponde a uma cobertura de 99,62%.

O relatório mostra que no Estado, 112.697 propriedades rurais contavam com bovinos e bubalinos. Outras 1.832 propriedades não teriam registro e vacinação, ficando sem registro a vacinação de 17.063 animais.

Como a vacina e a comunicação da vacinação são obrigatórias, quem deixa de vacinar poderá ser autuado em cinco Unidades Fiscais do Estado de São Paulo (Ufesps) por cabeça. Já aquele que deixar de comunicar a vacinação implica em multa de três Ufesps. O valor de cada unidade é R$ 25,07.

Em maio, enquanto foi realizada a campanha, as equipes da Defesa Agropecuária realizaram 961 vacinações assistidas, com 39.174 bovídeos vacinados. Foram 39 vacinações fiscalizadas, com 1.503 bovídeos vacinados. Quando terminou a campanha, as equipes iniciaram a visita às propriedades que deixaram de realizar a vacinação e a comunicação.

Sobre a doença

A febre aftosa é uma doença infecciosa que é causada por vírus. A doença atinge animais de cascos bipartidos, entre eles estão os bovinos, bubalinos, ovinos, caprinos e suínos. A febre aftosa é altamente contagiosa que possui sete soros imunologicamente distintos.

O vírus da doença é altamente contagioso e pode ser transmitido pela baba do animal, que contém grande quantidade de vírus.  Além disso, o sangue dos animais infectados também tem grande quantidade de vírus durante a fase inicial da doença. O vírus é apontado como muito resistente, podendo ficar por meses na medula óssea do animal, isso mesmo depois de morto, no pasto, na farinha de ossos e no couro.

Cíntia Souza

Da Reportagem Local

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