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Macchione Entra Com Ação na Justiça Contra Amarildo Davoli

Divulgação

O ex-prefeito Afonso Macchione Neto entrou com ação na Justiça pedindo a condenação do vereador Amarildo Davoli por danos morais. O processo foi distribuído ontem para a Vara do Juizado Especial Cível.
A ação tem como base as falas do parlamentar durante sessão ordinária da Câmara de Catanduva, no Pinga-fogo (período usado pelos vereadores na Tribuna do Legislativo), com mesmo teor de representação formulada, meses atrás e encaminhada para a Comissão de Ética da Casa de Leis. No legislativo, a representação foi arquivada. Nela constava o discurso de Davoli no dia 11 de fevereiro: “ O parlamentar alvo dessa denúncia utilizou a Tribuna da Câmara de Vereadores durante duas oportunidades na sessão do dia 11 de fevereiro e em ambas proferiu xingamentos que em nada coadunam com o esperado decoro parlamentar. Ao utilizar a tribuna , durante o chamado Pinga Fogo, Amarildo Davoli declarou as seguintes expressões em referência ao secretário municipal de saúde Ronaldo Carlos Gonçalves Júnior e ao prefeito Afonso Macchione Neto: É um assassino, um criminoso, um bandido”, cita na denúncia.
A advogada ainda complementa: “os agentes criminosos é (sic) o prefeito, secretário entre outros. Tú é arrogante, tú é um larápio, não vale o sal do batizado, pilantra”. Na época em que a representação foi lida, o vereador Davoli comentou. “Estou ciente da representação feita para a Comissão de Ética. Mas não condiz com a verdade. É preciso transcrever os mais de 10 minutos da minha fala e não apenas algumas palavras. Vira uma montagem”. “Eles acham que vão me intimidar, eu criei uma CEI, fiz oito oitivas e em toda sessão alertando, não está passando veneno, tem um TAC que não está sendo cumprido, vai voltar epidemia e fizeram de conta que nada ia acontecer. O coordenador não serve para liderar o Emcaa e o Executivo nada fez. Os vereadores não tem poder de trocar o secretário ou aumentar contingente. Infelizmente, o contingente diminuiu, o coordenador é incompetente, o secretário é incompetente, não fazem nada”.
Ontem, ao ser questionado, Amarildo Davoli afirmou que não tinha conhecimento sobre a ação.

Karla Konda
Editora Chefe