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Hospital Padre Albino Integra Projeto ‘Lean Nas Emergências’

No começo do mês, dias 2 e 3 de dezembro, o HPA – Hospital Padre Albino recebeu os consultores do Hospital Sírio-Libanês. A visita teve o objetivo de avaliar o potencial da instituição para participar do projeto ‘Lean nas Emergências’, promovido pelo Ministério da Saúde, através do PROADI/SUS – Programa de Desenvolvimento Institucional do SUS, em parceria firmada com o Hospital Sírio-Libanês. Como resultado, o HPA foi aceito e já está integrado ao projeto.
“O objetivo do projeto é reduzir a superlotação nas urgências e emergências de hospitais públicos e filantrópicos, visando a melhoria na gestão, racionalizando recursos e otimizando espaços e insumos. A meta é que 100 serviços de urgência sejam reestruturados, 450 profissionais capacitados e 180 protocolos clínicos implantados até o final de 2020. No dia 10 de outubro, buscando obter vaga para participação no projeto, equipe do HPA participou, em São Paulo, do 2º Workshop Lean nas Emergências. Organizado pelo Hospital Sírio-Libanês, o evento contou com as participações de hospitais que já implementaram essa metodologia, quando foram divulgados os resultados alcançados, e do médico Dráuzio Varella, que abordou a gestão de mudanças e temáticas sobre o SUS. Participaram do workshop a coordenadora do Núcleo da Qualidade e Segurança do Paciente, Maria Cláudia P. Barbosa, a Analista da Qualidade, Bruna A. Coghi, e a enfermeira coordenadora do Pronto Socorro, Vanessa Mesticone”, explica a nota oficial divulgada pela FPA – Fundação Padre Albino.

Metodologia Lean
Trata-se de uma ferramenta já difundida na indústria e que, neste projeto, foi adaptada para aplicação em instituições de saúde visando à melhoria dos fluxos de trabalho com foco no atendimento prestado ao paciente. “Utiliza alguns princípios e técnicas operacionais buscando sempre reduzir o desperdício de recursos, a melhoria da qualidade e a maximização do valor entregue ao cliente. As ações se baseiam principalmente na redução de 7 desperdícios: Falta de Qualidade, Espera, Estoques, Movimentação, Transporte, Processos Desnecessários e Superprodução. Os profissionais envolvidos nos projetos são capacitados, valorizados e, consequentemente, se interessam em buscar novas técnicas e formas de gerar melhorias. Eles passam a compartilhar suas experiências, ganham novas habilidades e criam uma “corrente” da cultura da melhoria contínua no ambiente hospitalar”, finaliza a nota.

Da Reportagem Local