Cidades

Festa No Nova Catanduva Simboliza Finalização De Ações Sociais

O PDST – Plano de Desenvolvimento Sócio-Territorial, programa voltado às famílias beneficiárias do Residencial José Olympio Gonçalves, o Nova Catanduva I, encerrou o ciclo de atividades com festa neste último sábado, dia 30 de dezembro, das 11h00 às 14h00. O evento gratuito foi aberto a todo o público na escola Luzia Aparecida Sestito Gradella, localizada na Avenida das Uvas, número 331.
A iniciativa teve o intuito de apresentar as peças e trabalhos desenvolvidos pelas famílias ao longo do segundo semestre, nos módulos oferecidos pelo projeto, que vão desde oficinas para crianças, englobando o artesanato, hip hop e atividades de confecção do próprio brinquedo (como slime), até a capacitação de jovens para o primeiro emprego, à formação de grupos de rima e prosa, além de exposição dos cursos de capacitação, como decoração de festa infantil.
A programação contou com mais uma edição da Feira do Empreendedorismo, que abre espaço aos moradores do bairro para negócios e mostrar seus produtos e serviços à comunidade. O local possuiu, também, o Bazar da Pechincha, com itens doados por moradores e que podem ser retirados gratuitamente por quem tiver interesse.
“A estrutura preparada ao público contempla também atividades de recreação para as crianças, com brincadeiras, brinquedos e até trenzinho. A confraternização é mais um momento de integração entre as famílias beneficiárias, que foram atendidas ao longo dos seis últimos meses. No período, as atividades sociais alcançaram média de atendimento de 1.100 famílias beneficiárias, sem contar as visitas domiciliares extensivas a todo o território. Nos diferentes módulos, as famílias beneficiárias receberam orientações e várias capacitações e foram estimuladas a desenvolver o senso humanitário e cidadão, visando o bem-estar de todos para o convívio harmonioso”, diz a informação enviada à equipe do O Regional.
Todo o plano foi monitorado pela Secretaria Municipal de Assistência Social e executado por uma empresa privada, contratada via processo licitatório, financiado pela Caixa Econômica Federal.
“Foi um processo muito positivo. Tivemos o envolvimento da comunidade em todas as ações. Prova disso, são os relatos de muitos que produzem trabalhos próprios, a partir das experiências vivenciadas”, ressaltou a Técnica Social da empresa executora, Alessandra Cristina de Campos.

Da Reportagem Local