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Cia da Casa Amarela Lança Hoje Documentário Dos Seus 26 Anos de Carreira

ViVIAN GRADELA

Cia da Casa Amarela – uma das maiores referências na dramaturgia e estética teatral para crianças e jovens no estado de São Paulo – lança documentário para comemorar seus 26 anos de trajetória de muito reconhecimento do público, crítica e educadores, no Brasil e no exterior.
Um Toque de Amarelo será lançado hoje, dia 30 de abril, no YouTube e no Facebook da Cia da Casa Amarela. Serão cinco episódios que serão postados, semanalmente, às sextas-feiras, até final do mês de maio. Seriam quatro episódios, contudo, com o número de depoimentos que os atores, diretores, dramaturgos e produtores catanduvenses Drika Vieira e Carlinhos Rodrigues receberam, exigiu a extensão para cinco episódios do documentário Um Toque de Amarelo, comemorando os 26 anos de história da Cia da Casa Amarela, uma das mais premiadas trupes teatrais profissionais do estado de São Paulo e única no interior paulista a conquistar três Troféus Mambembe (1997) e três prêmios da APCA – Associação Paulista dos Críticos de Arte (1997, 2000 e 2003), em São Paulo.
“São anos de lutas constantes, de enorme aprendizado e com uma produtividade que deve ser registrada, principalmente para os jovens artistas e grupos novos que estão começando e necessitam de uma inspiração e um incentivo”, afirma Drika Vieira.
Dentre os muitos depoimentos, nomes importantes do teatro e TV brasileira fizeram questão de deixarem sua homenagem aos 26 anos de luta da cia teatral catanduvense, como Jacques Lagoa, Eliana Guttman, Bruna Gasgon, Henrique Stichin (Cia Truks), entre muitos outros. A escritora e atriz italiana Pina Irace, que tem livros traduzidos em todo mundo, inclusive no Brasil, também enviou seu recado aos atores, bem como artistas franceses, argentinos, portugueses, artistas e críticos brasileiros, como Dib Carneiro Neto (ex-editor do Caderno 2 do jornal O Estado de S.Paulo) que, de uma forma ou outra, fazem parte dessa história de trabalho profissional, com muita sensibilidade e poesia.
“Não é fácil viver exclusivamente de teatro no Brasil, principalmente em tempos de pandemia onde a classe artística será a última a voltar ao trabalho; porém, são tantas conquistas humanas e artísticas, tanto aprendizado cultural e pessoal, que não é justo guardar para si”, encerra Carlinhos.

Ariane Pio
Da Reportagem Local