Cidades

Catanduva Recebe Fiscais Do Ipem-SP Com Operação “Cozinha Segura”

O Ipem-SP (Instituto de Pesos e Medidas do Estado de São Paulo), autarquia do Governo do Estado que tem como finalidade proteger o cidadão, realizou no período de 5 a 8 de agosto, na capital e nas cidades de Araçatuba, Bauru, Birigui, Catanduva, Guararapes, Limeira, Piracicaba, Ribeirão Preto, Rio Claro, Santo André, São Bernardo do Campo, São José dos Campos, São José do Rio Preto e Sertãozinho, a operação “Cozinha Segura”.
Segundo o Ipem-SP, os estabelecimentos que foram fiscalizados da cidade de Catanduva somam se quatro e não foi encontrada nenhuma irregularidade.
As equipes do instituto analisaram 13.021 e reprovaram 85 (0,6%). Foram fiscalizados 117 estabelecimentos, sendo encontradas irregularidades em sete (6%).
O objetivo da operação especial foi verificar se os aparelhos eletrodomésticos utilizados em cozinhas estavam em conformidade com a portaria Inmetro nº 371/2009. Foram alvos da fiscalização batedeira, cafeteira elétrica, chaleira elétrica, máquina de café, máquina de expresso, centrífuga elétrica para alimentos, coifa, exaustor, espremedor elétrico de frutas, faca elétrica, fritadeira elétrica, grill elétrico, grelha elétrica, churrasqueira elétrica, iogurteira elétrica, fritadeira elétrica, liquidificador, máquina elétrica doméstica de pão, panela elétrica, panela de pressão elétrica, sopeira, mixer, processador de alimentos elétrico, descascador elétrico, ralador elétrico e sanduicheira elétrica.
“Os erros encontrados foram pontuais relacionados ao modelo do selo de identificação da conformidade do Inmetro, que não irá comprometer a segurança dos produtos”, explicou a gestora do Centro de Fiscalização da Conformidade de Produtos, do Departamento de Metrologia e Qualidade do Ipem-SP, Marta Malvestiti
Os itens fiscalizados devem atender aos requisitos mínimos de segurança conforme descrição da portaria, sendo que a presença do selo do Inmetro é a comprovação desse atendimento. Dessa forma é fiscalizada a presença do selo nos produtos, nas embalagens e a sua veracidade.
Os itens também devem trazer informações obrigatórias como informações do fabricante, distribuidor ou importador e ainda informações para que possam ser utilizados de forma segura, sem riscos para a população. As empresas autuadas têm dez dias para apresentar defesa ao órgão. De acordo com a lei federal 9.933/99, as multas podem chegar a R$ 1,5 milhão.

Ariane Pio
Da Reportagem Local