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Capoeiristas De Pindorama Participam Do 55° Festival Do Folclore De Olímpia

Aconteceu nos dias 3 a 11 de agosto o 55° Festival de Folclore na Cidade de Olímpia, e a Associação Cultural Filhos da Lua de Capoeira de Pindorama participou desse evento no dia 10. Hoje (22), que se comemora o dia do Folclore, o Mestrando Ferro contou que Olímpia é referência nacional em manter a nossa cultura viva, e todo ano tem nesse grande evento o batizado e troca de graduações de grupo Abiu Capoeira, coordenado pelo Mestre Zé Cocão de Olímpia. Os capoeiristas de Catanduva também participaram com o Mestre João Parafuso com “Claro da Lua”
Segundo Ferro foi uma honra participar de um evento que prestigia tanto a cultura quanto o folclore brasileiro e é sempre um imenso prazer fazer isso, pois é um grande encontro de grupos e velhos amigos capoeiristas da região, da Bahia e Minas. Ele enfatiza que o grupo de capoeira carrega a Arte e Cultura Ancestral, existe uma importância na cultura do país de um modo geral, em que há participação e contribuição para que essas estórias nunca se percam. “Entendemos que mantendo isso vivo nas nossas crianças e adolescentes através do folclore seria a maneira mais eficiente que encontramos para fazer a nossa parte” finaliza o mestrando.
A origem do Festival do Folclore de Olímpia segundo pesquisas e exposições empreendidas pelo Prof. José Sant’anna e seu alunado, na década de 50 eram feitas exposições inicialmente em ao âmbito do antigo Colégio Olímpia, onde Sant’anna lecionava, se foram expandindo para outras escolas e estabelecimentos comerciais da cidade, até chegar a Praça da Matriz de São João Batista, e se transformar num grande festival.
O crescente êxito do evento e o cada vez menor espaço disponível na aludida praça e, posteriormente, no Centro de Esportes e recreação Olyntho Zambom, fez com que se lhe construísse sede própria: o Recinto de Exposições e Praça de Atividades Folclóricas eTurísticas, que hoje ostenta o nome de José Sant’anna, o criador do Festival.
Hoje, o festival – que em suas etapas iniciais privilegiava o folclore local e regional – é reconhecido como o maior do Brasil, no gênero, notabilizando-se por preservar e celebrar espetacularmente a cultura brasileira reunindo grupos folclóricos e parafolclóricos provenientes de diversos pontos do país em meio a outras atividades paralelas. Em razão do enorme prestígio que a nossa festa maior auferiu, atribui-se a Olímpia o consagrador “Capital do Folclore”.
Na programação dos festivais, constam, além de danças e folguedos folclóricos: cursos, palestras e seminários sobre folclore; gincana e oficina de brinquedos tradicionais infantis; exposições de peças artesanais; campeonato de truco e de malha; festival da seresta; culinária brasileira; espetáculo pirotécnico; feiras e eventos; desfiles de grupos folclóricos e parafolclóricos e muito mais.

Ariane Pio
Da Reportagem Local