Abrasce Elabora Protocolo de Operações Para Reabertura de Shoppings

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Todos os 577 shoppings do Brasil foram fechados a partir das recomendações dos decretos municipais e estaduais para combater a pandemia da COVID-19. Aos poucos, o processo de reabertura dos estabelecimentos, que são ambientes em que as pessoas circulam de forma organizada e espaçada, já começou em algumas cidades. Em Catanduva, o shopping ainda segue as determinações do governo do Estado e permanece fechado, conforme informa em seu site. Para definir uma regra mútua, a Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce) criou um protocolo rigoroso com mais de 20 medidas que visam um reforço na higienização, além de um procedimento para garantir a saúde de clientes e colaboradores. Os tópicos foram criados a partir de experiências internacionais, boas práticas de outros setores e também com recomendações de especialistas da saúde, segundo a associação.
Para o presidente da Abrasce, Glauco Humai, os shoppings têm plena capacidade de operar de forma segura: “O nosso lema agora é higienização total e aglomeração zero. Temos segurança para receber todos de maneira gradual, onde conseguimos colocar a saúde e a economia no mesmo lado, por meio das medidas de segurança que criamos”, definiu o executivo da entidade.
Os shoppings estão comprometidos a seguir as seguintes recomendações para promover um atendimento seguro e eficiente para todos: Controle de tráfego de pessoas, limitando em 50% o número de vagas dos estacionamentos; Uso obrigatório de máscaras para clientes, lojistas e funcionários; Testagem de todos os funcionários e lojistas; Fechamento de cinemas, teatros e áreas kids; Horário de funcionamento reduzido; Antibactericidas aplicados em tapetes de entradas e saídas; Entradas reduzidas e utilização de portas específicas para entrada e saída, inibindo aglomeração; Aferição de temperatura dos clientes através de termômetros manuais; Higienização do Shopping a cada 3 horas, especialmente áreas de contato: maçanetas, corrimãos, Serviço especiais para grupos de risco, com formas alternativas de atendimento, como drive thru; Distanciamento social obrigatório: limitação das praças de alimentação e Restaurantes em 50%; Controle de acesso aos elevadores, com limitação de passageiros; Indicação de distanciamento em escadas rolantes (uma pessoa a cada 3 degraus); Remoção de áreas como lounges; Disponibilização de álcool gel a todos os clientes, lojistas e funcionários; Controle de acesso a sanitários e higienização a cada 3 horas, Manutenção e trocas regulares dos filtros de ar condicionado, Não operação dos serviços de valet e restrição de operação dos serviços como: fraldário e empréstimo de carrinhos; Suspensão de eventos, ações infantis e entretenimento; Campanha junto aos lojistas para reforçar os pagamentos por aplicativos; Campanhas de conscientização para população sobre a prevenção à COVID.

Karla Konda
Editora Chefe