Quase sempre no topo

Os rankings regionais costumam ter as mesmas cidades disputando a liderança. Quando não é Catanduva, que pelo porte acaba tendo vantagem em muitos aspectos, o topo do pódio costuma ser ocupado por Itajobi, Santa Adélia ou Urupês. São municípios que alcançam bons índices nas mais diversas áreas, seja pela boa gestão pública ou por um histórico positivo que as mantém acima de outras de tamanho semelhante. No caso de Itajobi, por exemplo, mostramos em dezembro que a cidade ficou na primeira colocação estadual e segunda nacional do Prêmio Band Cidades Excelentes 2023, na categoria de Educação, entre municípios com até 30 mil habitantes. No cenário do desenvolvimento sustentável no Brasil, a representante da região que ficou mais bem posicionada foi justamente Itajobi, em 18º lugar. Não à toa, no Censo 2022 do IBGE, o município cresceu mais de 16% e, pela primeira vez, ultrapassou Pindorama e distanciou-se de Santa Adélia no quesito populacional. Pode ser reflexo dos bons ventos que movimentam a cidade. Itajobi e Santa Adélia, aliás, foram duas das quatro cidades da região que conquistaram a qualificação no programa Município Verde Azul, ao lado de Novais e Novo Horizonte. As demais ficaram no fim da lista em seus grupos, conforme porte populacional, ou sequer participaram do projeto. Urupês, por sua vez, apareceu no Top 3 estadual no prêmio Band Cidades Excelentes, recebeu o prêmio Luiza Matida pela baixa taxa de sífilis adquirida e congênita e alcançou a 2ª colocação, tida como histórica, no Ranking Previne Brasil, ficando entre os melhores municípios do Estado de São Paulo na atenção primária à saúde no segundo quadrimestre de 2023. Claro que outros municípios despontam em outros temas, mas o que nota é a presença recorrente dessas mesmas cidades entre as primeiras toda vez que um ranking qualquer é proposto.

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Da Redação
Direto da redação do Jornal O Regional.