O que esperar em 2026
Tudo indica que 2026 trará uma combinação de eventos globais importantes, já que a evolução caminha para este fim, com tendência em tecnologia, bem como a tão esperada eleições gerais no Brasil.
Segundo a astrologia, 2026 irá exigir escolhas conscientes, coragem com determinação para mudar responsabilidades com a própria verdade. Esse será um ano em que reflete limites, transformações e novas construções, tanto pessoais como coletivas.
Afinal, com planetas atuando com signos que pedem maturidade, identidade e propósito, as pessoas sentirão um forte chamado para tomar decisões que não podem mais ser adiadas, diante de um mundo em que as necessidades para uma inovação a contento é o que se espera por parte dos homens de bom senso na realização de obras importantes para a própria humanidade.
Além disso, relacionamentos, correria e finanças entrando em uma fase real, onde apenas o que é sólido prospera e que se transforme numa realidade em que todos possam se regozijar com ela.
Como todos os anos, novas interpretações das profecias de Nostradamos suscitam curiosidades e preocupação relativamente ao futuro próximo, portanto, eis o que se pode esperar em 2026, incluindo catástrofes ambientais, crise financeiras, uma nova ordem mundial e inteligência artificial.
Como é habitual, as previsões de Nostradamos voltam à ribalta como aproximar do fim do ano e, nessas condições, há muito que se atribui ao astrólogo e vidente francês do século XVI Michel de Notredame e a previsão de muitos acontecimentos históricos.
Com a proximidade de 2026, cresce o interesse pelas possíveis previsões contidas dentro desse contexto e que constitui a famosa coleção de situações ligadas ao vidente Nostradamos, exigem leituras de possíveis acontecimentos perturbadores, mas com a possibilidade de uma eventual renovação, especialmente por parte dos homens de bom senso e responsáveis pelo destino de cada nação.
Outros eventos que correspondem a 2026 figuram a Copa do Mundo da FIFA, a maior de todos os tempos com 48 participantes e que promete ser um dos maiores feitos do esporte mundial, além do Ano Internacional dos Voluntários para o Desenvolvimento Sustentável.
Todo fim de ano a frase "ano novo, vida nova", reaparece com força nas conversas, nas mensagens e nas redes sociais. Nesse clima, fazemos listas de metas, planejamentos, mudanças e, muitas vezes, começamos janeiro com a sensação de que as cortinas se abram, visualizando novos horizontes de um progresso efetivo e que venha ao encontro do desejo de toda humanidade.
Em geral, quando falamos em "vida nova", pensamos logo em grandes projetos, mudar de emprego, iniciar um curso, organizar as finanças ou viajar mais. Entretanto, a saúde mental costuma ficar em segundo plano ou aparece apenas como consequência e não como prioridade.
De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), saúde mental é um estado de bem-estar no que a pessoa consegue recolher suas capacidades, lidar com o estresse da vida, trabalhar de forma produtiva e contribuir com a comunidade.
Portanto, quando usamos a expressão "ano novo, vida nova", podemos ampliá-la para uma perspectiva mais cuidadosa. Em vez de focar apenas em metas de performance, vale colocar a saúde no centro dos planos lado a lado com trabalho, estudos, finanças e relações.
Autor