Emprego e desemprego
Depois de uma taxa de desemprego registrada em 14,9% atingida em dois períodos nos trimestres encerrados em setembro de 2.020 e em março de 2.021, ambos durante a pandemia da Covid-19, atualmente o número de desocupados atingiu 5,910 milhões, menor contingente da série histórica, o Brasil passou a respirar um ar mais saudável neste campo do desemprego.
A taxa de desemprego no Brasil atualmente atingiu 5,4% no trimestre encerrado em outubro de 2.025, o menor índice da série histórica e que veio dar um alento favorável a todos que lutam por um lugarzinho ao Sol, desempenhando esta ou aquela atividade profissional, percentual apontado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) e que representa 5,9 milhões de desempregados, o que aponta o patamar dos dias presentes.
Ressalte-se que, à vista do explicitado, um percentual favorável e animador nesta luta contra o desemprego, que sofreu dias de preocupação, porém, paulatinamente, as taxas foram melhorando até chegar ao índice presente.
Há de se fazer alusão ao fato de que a população ocupada se manteve estável em 102,6 milhões e a renda média real do trabalhador subiu 3,9% em relação ao mesmo período do ano anterior, chegando a R$ 3.528,00. A alta da massa de rendimento foi impulsionada, principalmente pelo ganho salarial e o número de empregados com carteira assinada também atingiu novo recorde.
O Brasil renovou mais uma vez a menor taxa de desemprego da série histórica. É certo que em 2.025 já foram gerados mais de 1,8 milhão de novos empregos com carteira assinada e, nessas condições, tudo faz crer que é fruto de um trabalho sério do governo do Brasil, que segue fortalecendo os setores produtivos e estimulando o investimento, garantindo uma economia forte e compatível perante outras nações.
Esses dados animadores expressam o fato de um número expressivo de empregados com carteira assinada e que revelou seu recorde, chegando a 39,182 milhões. O nível de ocupação, ou seja, o percentual de pessoas ocupadas na população em idade de trabalho, ficou em obediência a um percentual de 58,8%, o que vem comprovar uma taxa dentro dos parâmetros satisfatórios.
O elevado contingente de pessoas ocupadas nos últimos trimestres contribui para a redução da pressão por busca de ocupações e, como resultado, a taxa de desocupação segue em redução, alcançando nesse último trimestre o menor valor da série histórica, explica a coordenadora de pesquisas domiciliares do IBGE, Adriana Beringuy.
As profissões que mais geram empregos no Brasil são aquelas nas áreas de escritório e apoio administrativo, com destaque para auxiliares, assistentes administrativos e escriturários, além de áreas como restaurantes, construção civil e comércio varejista.
Dentro desse contexto, outras áreas que mais empregam no Brasil são Tecnologia da Informática, Saúde, Engenharia e Comércio que lideram em termos de empregabilidade.
As principais causas do desemprego incluem crises econômicas que reduzem investimentos e avanços tecnológicos que substituem mão de obra, falta de qualificação profissional em relação às demandas de mercado e mudanças estruturais como a desindustrialização e terceirização.
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