Acordo histórico
Líderes de diversos países do mundo assinaram nesta segunda-feira, dia 13 do corrente, no Egito, um acordo para oficializar o cessar-fogo correspondente à guerra na Faixa de Gaza e que envolvem os dois lados do conflito, Israel e o grupo terrorista do Hamas.
A assinatura ocorreu em uma cúpula de paz na cidade egípcia de Sharm El Sheik. O documento altamente importante foi assinado pelo presidente americano Donald Trump e os líderes do Egito, destacando com exclusividade o presidente Abdul Al-Sisi da Turquia, e do Catar, Tamim Bin Hamad Al Thani. Essas nações atuaram como mediadoras das tratativas de paz entre Israel e Hamas.
No encontro no Egito, os líderes ainda discutirão os próximos passos do acordo de paz em Gaza, cuja primeira fase já havia sido assinada por negociadores israelenses e Hamas na semana passada.
A cúpula selou o acordo do cessar-fogo sugerido por Donald Trump ocorrido horas após o grupo terrorista ter libertado os 20 últimos reféns israelenses que ainda estavam sob seu poder em Gaza.
É evidente que o encontro tem como objetivo também negociar uma segunda etapa de implementação do plano de Trump, fazendo com que esta etapa tenha êxito na luta pelo cessar-fogo, consolidando-se de uma forma positiva e com sucesso.
Juntos, conseguiremos fazer o que todos disseram que era impossível. As pessoas não acreditariam que conseguiríamos a paz no Oriente Médio. Agora, a reconstrução de Gaza começa, afirmou Donald Trump com otimismo absoluto na lua pela reconstrução de tudo que foi destruído.
Existe, entretanto, a hipótese de que irá demandar muito tempo a reconstrução, além das dúvidas existentes sobre a realização e recuperação dos prédios totalmente em situação de desmoronamento por ocasião dos conflitos incessantes entre os dois povos, Israel e Hamas.
O Hamas e Israel estiveram negociando indiretamente nos últimos dias no Egito com a mediação do Catar, da Turquia e dos Estados Unidos, com base em um plano de paz de 20 pontos apresentados pelo presidente americano Donald Trump.
Com este acordo, prevê-se que Hamas liberte os reféns israelenses, que Israel retire suas tropas, continuando a controlar 53% da Faixa de Gaza e que a ajuda humanitária entre no território palestino como uma das formas mais viáveis para o estabelecimento desse acordo.
Isso seria o primeiro passo para uma paz sólida, disse Trump em sua plataforma de pensamentos que resultem numa paz verdadeira e comprometida com o fim da guerra entre Israel e Hamas, porém, alguns detalhes como os nomes dos detidos palestinos que serão libertados, ainda está em discussão o que pretende Hamas.
Ressalte-se que há uma forte oposição a este acordo dentro do gabinete israelense. Nessas condições, na região e no mundo há uma sensação de alívio coletivo, no sentido amplo de que as negociações atinjam os pilares máximos de uma nova era no Oriente Médio, uma situação que se arrasta há muitos e muitos anos e que agora tudo indica que o sucesso pela luta da paz tenha encontrado o caminho mais salutar para que seja duradouro e permanente.
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